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sábado, 7 de janeiro de 2012

        GENEALOGIA da Família LANA 
em "Queluz de Minas"- 
atual município de Conselheiro Lafayette e outros circunvizinhos, construída por Antônio Carlos Gomes Lana Peixoto
                              Foto(1925) da família Lana de "Queluz de Minas" de
                    "Anna ALVES DA NEIVA LANA";-minha bisavó 
                    a 9ª filha de Ricardo Augusto DE LANA HORTA
                    única Neta de Joaquina Francisca DE LANA; 
                    Bis Neta de Sargento Luiz FERNANDES DE LANA; 
                    Tri Neta de Capitão-mor João FERNANDES DE LANA; 
                    Tetra Neta de Antônia Tereza DE LANA; 
                    Penta Neta de Mariana DE JESUS LANA;
                    Sexta Neta de JEAN DE LANNE- PATRIARCA da família LANA de MG.  


1- Abreviaturas em genealogias                     
F         - Filho
N         - Neto
Bn        - Bisneto
Tn        - Trineto
Qn        - Tetraneto
Pn        - Pentaneto
Sn        - Sexto-neto
7n        - Sétimo-neto
8n        - Oitavo-neto
9n        - Nono-neto
10n       - Décimo-neto 
cc        - Casado com
C..... c. – Casado em? com
C. 1 c.   – Casado em 1ªs núpcias
C. 2 c.   – Casado em 2ªs núpcias
n.p.      – neto (a) paterno (a)
n.m.      – neto (a) materno (a)
q.d.      - que descobri
sg        - Sem geração
cg        - Com geração não inscrita por falta de dados
nat.      – natural de
bat.      - batizado
C. R.     – Carta Régia

Esta genealogia de minha ascendência está "ainda em construção".                                                            Até aqui foi feita com ajuda da tradição oral de meus avós e meus  familiares; Documentos e informações cedidos por amigos da grande família Lana espalhada pelas MINAS GERAIS; Pesquisas de genealogistas mineiros, brasileiros e portugueses aos quais agradeço desde já e os nomeio a todos no final deste blog.

genealogia é uma ciência auxiliar da História que estuda a origem, evolução  e disseminação das famílias e respectivos sobrenomes.                                                                                                                                                                                                              A definição mais abrangente é "estudo do parentesco".     Como ciência auxiliar, desenvolve-se no âmbito da "História de Família", onde é a peça fundamental subsidiada por outras ciências, como a sociologia, economia, história da arte e direito. É também conhecida como "ciência da História da Família" pois tem como objetivo desvendar as origens das pessoas e famílias por intermédio do levantamento sistemático de seus antepassados ou descendentes, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos inter-familiares.Tal levantamento pode ser estendido aos descendentes como aos ascendentes de uma determinada figura histórica, sendo muitas vezes difícil classificar os nomes de família por causa das mudanças de ortografia e até pronúncia com o passar do tempo, inclusive devido a mudanças de nomes de localidades e desmembramento de territórios paroquiais.Várias palavras antigas tinham significados diferentes na época, ou hoje em dia não são mais usadas. Muitos nomes de família dependeram da competência e discrição de quem os fez no ato do registro.



2- Origem do nome LANA no Estado de MG

                                           mapa do Termo da Vila Rica da Comarca do Ouro Preto.
                               
                                                vide Capão do Lana - Estrada Real
                          foto fonte: http://www.wdl.org/en/search/?institution=national-library-of-brazil
O Patriarca de todo "cidadão de sobrenome Lana natural do Estado das Minas Gerais é o ouríves, Jean de Lanne que aportuguesou seu nome para "João de Lana". 
Jean de Lanne nasceu em  Bayonne, capital dos Baixos Pirineus-atlânticos da França em 1675.
Emigrou-se para o Brasil em 1696 quando a notícia do ouro descoberto nas minas da Itaverava chegou à Europa.
Jean de Lanne ou João de Lana, formou o tronco dos  Lanas, que é uma família não menos distinta, nem menos disseminada em MG. É grafada originalmente como Lana com um "n" e Lanna com dois "n", posteriormente no Termo da Vila de Mariana e ficando com um "n" no Termo da Vila Rica do Ouro Preto.
É preciso tomar cuidado para não confundir "Lanna" natural do Sul do Brasil, que tem origem em imigrantes italianos vindos no final do séc XIX do Trentino-Alto-Ádige da Itália- Província de Bolzano- Comuna Merano.

Eu, autor deste blog,sou Decaneto de Jean de Lanne, que veio para o BRASIL em 1696 ano da descoberta das primeiras jazidas das minas de ouro na Terra dos Cataguases atual Estado das Minas Gerais. 


Esta genealogia começa com o trabalho do genealogista e sacerdote mineiro, Cônego Raymundo Otávio da Trindade, natural de Barra Longa-MG a 20 de novembro de 1883 e falecido em Belo Horizonte em 02 de abril de 1962, sendo sepultado no Cemitério das Mercês, em Mariana-MG.
Fez seus primeiros estudos em casa, completando-os, depois, no Seminário de Mariana. 
Ordenou-se sacerdote em 04 de abril de 1908. 
Foi vigário em Rio Doce, Limeira, São Domingos do Prata, Barra Longa e Ponte Nova. 
Nesta última cidade, chegou a presidir a Câmara Municipal por 36 dias, exonerando-se após.

Em Mariana-MG, onde viria a celebrizar-se, foi Cônego, tesoureiro-mor do Cabido e Chanceler da Arquidiocese, dirigindo, por longos anos [1923-1944], o seu arquivo eclesiástico. 
Foi também Diretor do Ginásio Dom Helvécio, em Ponte Nova-MG, e do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto-MG. 
Aposentou-se em 1959.
Em 2 de setembro de 1960 foi nomeado Camareiro Secreto pelo Papa João XXIII.

Membro do Colégio Brasileiro de Genealogia e do Instituto Genealógico Brasileiro, deixou numerosa bibliografia, dentre a qual destacam-se as seguintes obras:

"A família Pontes"; "Os Gomes"; "Velhos Troncos Mineiros";  "Genealogia da Zona do Carmo"  onde encontrei:
(...) Foi há muitos anos... Andaria eu pelos doze ou treze do meu nascimento. Viajávamos, meu Avô materno e eu, de Barra Longa para Rio Doce, quando ao romper certa curva, nas proximidades da antiga fazenda do Bueno, feriu-me de improviso um raio rebrilhante, frechado de baixo, de uma das margens do rio Carmo.
      O histórico ribeirão, ao fundo, no vale distante, rolava soluçante; ia a gemer, quem sabe, saudades dolorosas de seus dias de esplendor, de seus enamorados mortos, “daquelas cousas grandes que acabaram”...
      O dia - não me lembra a quadra do ano — era um dia glorioso, alumiado pelos fulgores de um sol que ardia triunfante nas alturas, sobredoirando as coisas e emprestando ao cristal em montes pela praia o raio que me ofuscara.
      Não se me apagou mais da memória a paisagem que do Alio do Cabeça Sêca, áquela hora, se desdobrara aos meus olhos de doze anos. A imaginação infantil teria post no panorama cores e majestade porventura exageradas; mas estou a vê-las, com a mesma impressão de outrora, as grupiaras abandonadas, os taludes abertos em rasgões tenebrosos, as terras, derredor, gananciosamente raspadas pelo mineiro primitivo.
      A certa curiosidade, menos refreável, satisfez-me o Avô, bastante     versado nas crônicas de sua velha e estremecida Barra Longa: haviam-me impressionado, mais que tudo, os cascalhos amontoados que, lá, abaixo, reverberavam lavadinhos, cintilantes, a luz do sol sem nuvens daquele dia.
      — "Foram os antigos..."— E à palavra "antigos", senti animarem-se aos meus olhos certas gravuras de velhos livros, desprenderem-se de suas páginas, descerem a povoar as margens silenciosas do ribeirão. De súbito movimentou se o deserto, multidão imensa de feitio estranho, excitada pela fome maldita do ouro.... Mas o Avô prosseguia —"Aquela risca, além, no morro , que nos está parecendo uma estrada, é um antigo rêgo de oito léguas. Traçou-o e abriu-o, para lavrar todas estas encostas, desde Corvinas até Santana do Deserto, o mestre-de-campo Matias Barbosa da Silva."
      E falou-me desse lusitano audaz e distinto, primeiro homem civilizado que, rompendo florestas milenárias e assenhoreando-se de todas aquelas terras, ali se fizera "o mais abastado vassalo da capitania."
      Contou-me da fazenda dos Fidalgos; discorreu acerca desses antigos; citou nomes; recordou lendas memorou histórias pitorescas.
      Transitávamos agora por defronte do Bueno e, apontando-me o casarão velhíssimo, revelou-me que ali vivera, senhor de vultosos haveres, dono das lavras, opulentas outrora, diante das quais pasmara eu, havia pouco, Caetano de Oliveira, trisavô de meu Pai. Ouvi então o caso de uns pleitos memoráveis entre o velho mineiro, meu ascendente, e Antônio Alves Torres aliado a João Francisco Pimenta.
      Foi sem dúvida esse bom e saudoso Avô quem me herdou o ardente amor do passado de minha terra natal.
      Da lição que esse dia lhe ouvi ficou-me a obsedante preocupação de conhecer bem esses antigos, de levantar do esquecimento os primeiros povoadores da região em que nasci.
      Em sua quase totalidade ai estão êles - seus nomes pelo menos — nas páginas que se seguem.
      E ai está como nasceram estas genealogias. Tarde me liberto da preocupação de pô-las por escrito e divulgá-las(*). É que só muito recentemente logrei afinal coligir a documentação sem a qual impossível me fora realizar o projeto longo tempo acalentado.
      Contudo, nada mais são as Genealogias da Zona do Carmo que nomes e datas, colhidas aqui e ali, de memórias e de arquivos, ao tempo em que ia eu saciando essa curiosidade que me nasceu na infância.
      Das menos nobres não é, como poderá parecer, a ocupação de organizar genealogias.

      (*) Delas publiquei, há alguns anos, pequeno ensaio, feito das limitadas informações que pude colher no âmbito restrito da Freguesia que eu paroquiava.

      Moisés no Gênesis e nos Números; Esdras nos Paralipômenos, levantaram genealogias várias. O seu Evangelho, abre-o solenemente São Mateus com a árvore genealógica de Nosso Senhor Jesus Christo. São Lucas, a seu turno, ocupa-se no seu dos ancestrais do Divino Salvador(1).
      Eclesiásticos distintos, entre nós e em Portugal (para me referir somente aos que escreveram no idioma português), empregaram-se em estudos genealógicos.
      De trabalhos tais legou-nos Dom Antonio Caetano de Sousa dezoito volumes, com a história da família real portuguesa e de todas as grandes casas portuguesas.
      Transmitiu-nos o piedoso jesuíta Padre Antônio Cordeiro, nos dous volumes da História Insulana, a descendência dos que, primeiro, desbravaram e povoaram o arquipélago dos Açores.
      Jaboatão — Frei Antônio de Santa Maria Jaboatão — deixou-nos o Catálogo Genealógico e, nele, as origens de todas as grandes famílias do norte brasileiro.
      Pouco mais de cinco anos há, tirou a lume o jesuíta português Luis Moreira de Sá e Costa a "Descendência dos Primeiros Marqueses de Pombal", opulentíssimo trabalho, em cujas páginas desfilam num cortejo magnifico, que faz pensar na vingança de Deus os netos do truculento Marquês, á frente dos quais se destaca, suave e bondoso, o Bispo de Mariana Dom Antônio Maria Correa de Sá e Benevides, acolitado por monsenhores da patriarcal, priores de colegiadas, jesuítas, franciscanos, lazaristas, carmelitas, padres e freiras de várias famílias religiosas, todos êles "frutos delicados" da mesma "arvore sombria".(2)
                            *   *
                              *
      Não dá, portanto, o autor destas genealogias por mal consumidas as horas, roubadas a um justo recreio, que empregou na decifração de pulverulentos e carcomidos códices, donde brotou a parte, acaso, menos desinteressante das Genealogias da Zona do Carmo.
                            *   *
                              *
      Aos progênitos da estirpe boa e honrosa que descobriu e povôou a zona do ribeirão do Carmo, entrego o destino de meu livro. Em suas Páginas encontrarão somente motivos de justo desvanecimento. Estou que o hão de perlustrar contentes de seus antepassados.

Mariana, 19 de maio de 1943.

Cônego R. Trindade
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                    TÍTULO XV- LANA 

       -Veio de Baiona, cidade francesa, capital dos Baixos Pirineus, o tronco dos Lanas, família não menos distinta, nem menos disseminada em Minas, do que qualquer das de que me ocupo no presente trabalho.
        Vinte e cinco anos havia que eu buscava sem resultado a origem do cognome Lana. Frustavam-se, vexatoriamente para meus pudores de genealogista amador, uma por uma, todas as minhas batidas por cartórios e memórias. Há pouco, porém, ao investigar as raízes de outro cognome, usado por colaterais meus - Costa Santos-  deparou-se-me de surpresa a resposta, anciosa e baldadamente solicitada, durante estirados anos, a quantos arquivos e pessoas pude consultar. Tive nesse dia a mais saborosa emoção, que ainda me proporcionaram os meus recreios no campo da genealogia.
      Dou não pequeno valor a este descobrimento e, por isto, o titulo em que o revelo, dedico-o à memória de Godofredo Lana, que, no grémio da Congregação Salesiana de São João Bosco,cedo amadureceu para o céu. É uma pobre homenagem de saudades, que tributo ao meu dileto amigo da infância, penhor de minha admiração pelas suas insignes virtudes sacerdotais.
      Ofereço-o ainda, como documento de carinhoso afeto, a minha   afilhada—Teresinha de Vasconcelos Lana—Hn 52 deste titulo.
      JEAN DE LANNE, artista francês, filho de outro Jean de Lanne,  mestre de ourivesaria em Bayonne, é o avô de todos os Lanas mineiros e, também, de todos os Costa Santos da zona do Carmo.
      Para o Brasil veiu ele ao expirar o século XVII. Em 1696,um amigo foi levar-lhe a La Rochelle, quando embarcava, o abraço de despedidas.
  No Rio de Janeiro, onde lhe nasceram os primeiros filhos,
casou com D. MARIA DE JESUS, dali natural. Transferiu-se depois para as Minas tendo residido em Antonio Dias de Vila Rica,em Cachoeira do Campo e em São Bartolomeu. Em Itabira doCampo, no Furquim e em Antonio Pereira, assim como no Serro, encontram-se filhos, genros e netos de Jean de Lanne.  
      Digam os técnicos se das obras de ourivesaria, que admiramos em igrejas e casas abastadas da região de Ouro Preto e de Mariana, boa porção não teria saido das oficinas do artista francês.
      Seu nome, nos documentos que compulsei, aparece grafado, ora Jean de Lanne, ora Jean Delanne. Já no registo de batismo e de casamento de seus filhos e netos o nome vem traduzido João de Lana, e o Lana quasi sempre com n singelo.
      Do seu casamento descobri as cinco filhas (*) seguintes :
      D. Catarina de Jesus Lana              — Cap. I
      D. Margarida de Jesus Lana             — Cap. II
      D. Maria de Jesus Lana                 — Cap. III
                 D. Mariana de Jesus Lana                                           — Cap. IV
      D. Quitéria de Jesus Lana              — Cap. V
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3- Família "DE LANNE" em BAYONNE -França séc XVII- origem do nome Lana no Brasil e MG
Guillaume Delanne-
Natural de Bayonne, ourives, casado com Susanne Dehourns.
Tiveram um filho: 
Jean de Lanne (père)  Batizado em 1640 em Bayonne.   
Era ourives, casado em 1675 com Marie du Tartàs, nascida em 1650.
Ficando viúvo desta, casou-se novamente e teve mais dois filhos vindo a falecer em 1686
                                                       



3- Três filhos de Jean de Lanne & Marie du Tartàs  
1º  Jeanclaude de Lanne (conselheiro de Luiz XV rei de França)
2º  Pièrre de Lanne (conselheiro de Dom João V el rei de Portugal)
3º Jean de Lanne (Patriarca dos Lana em MG - Aferidor da Casa da Moeda de Vila Rica da Comarca do Ouro Preto)
4- O PATRIARCA dos LANA em MG
Jean de Lanne
Jean de Lanne nasceu em Bayone- França onde foi batizado em 1675.
Após a morte de seu pai, também de nome Jean de Lanne,  emigrou-se para o Rio de Janeiro em 1696






Casou-se em 07/09/1696 na Igreja de São José da Freguezia de N. Sª da Candelária do Rio de Janeiro, com Dona Maria de Jesus- filha da casa de Dona Ascença Andrade; momento em que aportuguesou seu nome para "João de Lana", tornando-se o PATRIARCA de todos os LANA mineiros, descendentes de suas 5 filhas, sendo as duas primeiras, nascidas no Rio de Janeiro e as 3 últimas em MG no "Termo da Vila Rica" da "Comarca do Ouro Preto" na então "Capitania das Minas de São Paulo".
Foram testemunhas do casamento de Jean De LANNE 
-SIMÃO PEREIRA DE SÁ-  Batizado na Freguezia da Encarnação de Lisboa em 03/11/1660. 
Casado na igreja da Candelária do Rio de Janeiro em 11/04/1693 com Anna Boucan. 
Era proprietário de Sesmaria com roças no vale do Rio Parayba nos limites da Capitania do Rio de Janeiro, no "Caminho Novo das Minas".(atual município Simão Pereira na zona da Mata mineira)
-Dr. CLEMENTE DE MARTINS MATTOS. 
Batizado em 17/01/1628 na igreja- Matriz de S.Sebastião do Castelo-Portugal 
Filho de D. Marta Filgueira cc capitão vereador Álvaro de Matos- neto  de  D. Antonio Martins Palma e Leonor Gonçalves que edificaram em 1609 a igreja de N. Sra da Candelária do Rio de Janeiro.

                                          Registro do Casamento de Jean de Lanne com Maria de Jesus
NOTA: Maria de Jesus, talvez bastarda ou cristã nova, nascida na Casa de Dona Ascença Andrade, possivelmente fosse uma mestiça de índio com português ou com brasileiro; ou mestiça de português com africano; ou cristã-nova (judia) devido o sugestivo nome "DE JESUS" típico nome em moda naquela época dos pagãos catequizados pela Igreja Católica Romana

5- O CICLO do OURO em MG
Não tem como falar sobre Jean de Lanne sem falar do ciclo do ouro em MG


Na segunda metade do séc. XVII  a produção de açúcar do nordeste brasileiro sofreu uma forte concorrência e queda comercial; e isso fez com que a Coroa portuguesa estimulasse novamente as descobertas de ouro e prata.
Os paulistas do Arraiais Taubaté (aldeia alta) e Guaratinguetá (bando de pássaros brancos) foram os principais exploradores e conheciam bem o sertão dos Cataguases (povo das matas) designação primitiva de MG 


Em 1674, Fernão Dias Paes Leme descobriu  como avançar pelo "País dos Cataguases" (território do povo das matas) e abriu o "Caminho Velho" para o interior do "Paiz dos Cataguases" saindo de Taubaté (alta vila) no vale do Rio Parayba (rio das pedras)  passando pela Garganta do Embaú (rio vazio da derradeira aguada) até chegar na Serra da Mantiquiira,(montanhas das gotas de chuvas, das neblinas e das corrubianas) seguindo por
Itanhandu,(pedra por onde corre ligeiro) 
Passa Quatro,
Caxambu, (água que borbulha)
Baependy,(água do mato achatado)
Carrancas, 
Passagem do Porto d'el Rey do Rio das Mortes
Vapabuçu,(lagoa dourada) 
Vale do Paraupeba ( rio sem corredeiras) 
Quinta do Sumidouro no vale do rio Guaicuy rio das Abelhas (Rio das Avelhas e Rio das Velhas de Santa Luzia)

O ciclo do ouro começou  em 1670 quando Bartolomeu Bueno Siqueira andava pelos sertões das terras ou país dos Cataguases (povo das matas) em busca de  índios para escravizá-los. 
Em 1694, Bartolomeu vindo de Vapabuçu (Lagoa Dourada), chegou às serras das Congonhas (erva mate da árvore candeia) e do Suaçuy, (rio que vem de longe) atingiu as cabeceiras do rio Paraopeba (rio sem corredeiras) no morro do Camapuã.(peito macio e verde) - St Amaro- terras de Amaro Ribeiro (em Queluz de Minas)
De lá seguiu para Catauã (morro de onde se avista longas distâncias) atual Sant'Ana dos Montes, até atingir as terras nas colinas do povoado dos Carijós (povo mestiço ou pintado)  de onde atingiu as serras da Itaverava (pedra reluzente)
Indubitavelmente, a região dos Carijós foi das primeiras de Minas a ser devassada pelas bandeiras, que se enfurnaram pelo sertão, à cata de ouro, antes mesmo do descobrimento na vale do Tripuy. Segundo Basílio de Magalhães, por aí esteve, em 1691, José Gomes de Oliveira, que foi encontrar ouro em Itaverava.
De acordo com as informações de Bento Fernandes Furtado de Mendonça, transcritas por grande número de historiadores, Antônio Rodrigues Arzão percorreu aquele sertão e teria descoberto o primeiro ouro. 
Em seguida, Bartolomeu Bueno de Siqueira, em 1694, percorreu os mesmos sertões, também atingindo Itaverava. Uma informação mais segura nos dá conta de que certo Duarte Nunes, que outro não seria senão o mulato referido por Antonil,(Pe. Andrenonni) foi o primeiro a percorrer aquele sertão, descobrindo o primeiro ouro. 
E, regressando a São Paulo, com notícias alvissareiras, logo se formou grande bandeira, que devassou o sertão, em busca de ouro. Manoel de Camargo, seu cunhado Bartolomeu Bueno de Siqueira, seu genro Miguel Garcia de Almeida e Cunha, seu sobrinho João Lopes de Camargo, constituíram a grande bandeira que, em 1694 esteve na região dos Carijós e chegou a Itaverava, onde descobriu ouro e as remeteram para o Governador do Rio de Janeiro- Capitão-general Artur de Sá  
Estes foram, pois, os descobridores de ouro; é esta a versão de José Rebelo Perdigão, em prática dirigida ao Padre Diogo Soares, aceita por Francisco de Assis Carvalho Franco e por Augusto de Lima Júnior.
Alcançaram depois a serra do rio Guarapiranga (ave ou lobo vermelho) de onde, pela manhã, avistaram os píncaros agudos de Arrepiados e  encontraram ouro no ribeirão do Carmo (Furquim)
Com a escassez de alimentos nas minas, Bartolomeu Bueno Siqueira dividiu seus homens, deixando alguns sob o comando do capitão Miguel Garcia Roiz Paes Leme- filho de Fernão- a cuidar de plantações de milho, no povoado dos campos dos Carijós e seguiu com os demais em direção ao que hoje se chama Vale do Rio das Velhas
Descendo o vale do Rio das Velhas- Borba Gato -genro de Fernão Diaz Paes Leme- ficou no Arraial Velho do Sabarabuçu (serra dourada)e  Miguel Garcia Roiz Paes Leme- filho de Fernão- enquanto aguardava a produção das lavouras no Arraial dos Carijós, fez incursões, chegando a alcançar o rio Gualaxo,(água que serpenteia) no vale entre serras de Itatiaia (morro das águas)  e Morro do Deus-te-livre (serra do ouro branco) em cujo leito descobriu abundantes pepitas de ouro branco

Em 1698 o mulato Antônio Dias de Oliveira descobriu  pepitas de ouro preto no córrego do Tripuy (córrego de pedras pretas) aos pés do pico Itacolomy.(pedra mãe e filha)   

A notícia das descobertas do ouro das minas dos Cataguases (povo das matas) correu o país inteiro fazendo com que muitos aventureiros viessem para as minas descobertas e a notícia chegou até Portugal. Abriu-se em 1704 a primeira picada do "Caminho Novo" desde o Arraial do Campo Alegre dos Carijós (povo mestiço) até o vale do Parayba (ruim para navegar). 
Do Arraial do Ribeiro do Carmo passava-se ao Tripuy,  chegando ao Arraial dos  Carijós, donde partia-se para Paraty do Rio de Janeiro através do Caminho Velho. Era neste Arraial dos Carijós que os dois caminhos Velho e Novo se encontravam em frente ao largo da Matriz Conceição do Campo Alegre dos Carijós. 
Para estas minas descobertas, vieram mais de 10 mil pessoas a cada ano, desde 1704 até 1760.



6- A GUERRA dos EMBOABAS nas MINAS de ouro
A população das minas do País dos Cataguases desde 1696 era bastante heterogênea e dividida em dois grupos rivais: 
Paulistas que desejavam o direito de explorar as minas de ouro descobertas por eles e os forasteiros denominados de  Emboabas (homens vestidos e emplumados) que vinham principalmente de Portugal e do Nordeste do Brasil vindo da Bahia e do Pernambuco subindo os rios até chegarem em suas nascentes nas serras da minas de ouro.
Nesse tempo, a população paulista era composta de mamelucos (mestiços filhos de portugueses e nativos do Brasil,  ou crioulos (brancos nascidos  no Brasil- filhos de portugueses)  e índios Carijós sendo que todos falavam mais a língua Tupy do que o português do Reino de além- mar.

Alguns poucos "Emboabas" controlavam o comércio que abastecia as minas, e em razão disso obtinham muito lucro. Por causa da sua riqueza devido a importância da atividade que exerciam, passaram a ter grande influência no território das minerações de ouro no país dos Cataguases.
O português Manuel Nunes Viana  era um desses ricos comerciantes e principal líder dos Emboabas, além de ser também, dono de fazendas de gado próximo ao território dos Caetés (mato grosso) no vale do Rio da Velhas, afluente do Rio São Francisco nome desde 1501 dado por Américo Vespuccio quando visitou sua foz. Duas décadas depois de seu descobrimento em 1521, o 1º donatário da Capitania do Pernambuco, Dom Duarte Coelho, com autorização da coroa portuguessa, em 1543 começa a criação de gado asiático no vale do rio, desde sua foz até sua nascente nas serras das Canastras, devido o ciclo da cana-de-açúcar, atividade econômica que marcou a história do vale do rio sao francisco que chegou a ser mais conhecido como Rio dos Currais.
A disputa pelas jazidas de ouro e vários outros desentendimentos deram origem à Guerra dos Emboabas que durou de 1706 até 1709.


Para combater o contrabando do ouro a Coroa Portuguesa proibiu qualquer comércio nas minas (exceto o de gado pelo vale do Rio dos Currais (Rio São Francisco) que separava as capitanias do Pernambuco e da Bahia, chegando às "serras das minas de ouro da capitania do Rio de Janeiro".                                                                                  


Porém o contrabando continuou sob a liderança do Emboaba Manoel Nunes Viana. 

O paulista Manoel Borba Gato, genro de Fernão Dias Paes Leme, era o Guarda-mor das minas em Sabarábuçu, (serra dourada) do vale do Rio das Abelhas(Velhas) e como representante do poder Real e Líder dos Paulistas, decidiu
expulsar o emboaba Nuves Viana das minas do Sabarábuçu (serra dourada) das serras dos Caetés.(mato grosso e fechado) 
Mas Nunes não foi embora e recebeu apoio de todos os Emboabas.
Porém, os Paulistas é quem foram expulsos das minas do Sabarabuçu (serra dourada) pelos Emboabas e demandaram-se em direção ao vale do Rio das Mortes, mas um grupo foi cercado pelos Emboabas que prometeram deixá-los vivos, caso entregassem as armas. 
Estes Paulistas aceitaram o acordo, mas foram enganados e massacrados em um local que ficou conhecido  até hoje como Capão da Traição, próximo a Vapabuçu (Lagoa Dourada).


Nunes Viana foi obrigado pelo Governador da capitania do Rio de Janeiro a deixar as minas e retirou-se para sua fazenda de gados no vale do rio do Currais (Rio São Francisco)


Mapa do Brasil CAPITANIAS  em 1709, após a Guerra dos Emboabas



Capitania de São Paulo das Minas de Ouro -capital Mariana
Capitania do Grão Pará                               - capital São Luiz
Capitania do Pernambuco                           - capital Olinda
Capitania da Bahia                                      - capital São Salvador da Bahia de Todos os Santos
Capitania do Rio de Janeiro                        - capital São Sebastião do Rio de Janeiro

MAPA divisão politica do Brasil  colonial em 1789



7- A CRIAÇÃO da CAPITANIA das MINAS em 1709





Como conseqüência da guerra dos Emboabas, foi criada em 1709, a "Capitania das Minas de Ouro de São Paulo" (ex-capitania de São Vicente) com capital sediada na primeiro aglomerado urbano planejado no Brasil com nome de Vila do Ribeirão do Carmo (atual cidade Mariana).

Em outubro de 1717 chegou à Vila de Guaratinguetá (bando de pássaros brancos) a notícia de que o Conde de Assumar- D. Pedro de Almeida e Portugal, 3º Governador-Capitão- General da "Capitania da Minas de Ouro de São Paulo", iria passar pela povoação a caminho de Vila Ribeirão do Carmo do Ouro Preto(Mariana primeira capital do Estado de MG e de SP)                                                                     
Desejosos de agradá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Parayba. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram ao Porto Itaguaçu (pedra da lagoa grande)  a 12 de outubro.                                                                         Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e pescou  uma imagem de Nossa Senhora Conceição, sem cabeça e sem policromia. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. 


Envolveram a imagem pescada em um lenço e a família construiu um oratório para a imagem de cor negra que se tornou famosa por seus milagres e mais tarde tornou-se simbolo da fé dos africanos catequisados pelo Igreja Romana. 
Em 1734 construiram uma capela para esta imagem milagrossa, e em 1834 construíram uma Basílica que foi sagrada em 1888, quando a futura imperatriz do Brasil, Princesa Isabel, ofertou um manto e uma coroa à imagem, mas que foi coroada somente em 1904 mas já era conhecida como N.Srª Conceição "Aparecida" e em 1930 foi declarada Padroeira do Brasil por decreto do governo federal.


Em 1720 a Capitania de Minas foi separada da de São Paulo sendo a nova capital sediada Vila Rica do Pilar do Ouro Preto e criaram as COMARCAS em MG 
                                               Comarcas da Capitania das Minas Gerais


COMARCA DO OURO PRETO 
sediada em Vila Rica do Pilar 



   COMARCA  do RIO DAS MORTES
 sediada na Vila de São João d'el Rey, 


                                        


                                                   COMARCA do SABARÁBUÇU
                                                        sediada na Vila Sabará, 


                                        
                                                       COMARCA DO SERRO FRIO 
                                                          sediada na Vila do Principe.
Cada COMARCA era composta por seus TERMOS com  uma cabeça séde em uma VILA com CASA de CÂMARA de Vereadores, um PELOURINHO e um JUIZ composto por seus ARRAIAIS e PARÓQUIAS  com seus vigários administrados pelo Bispado primaz criado em Mariana em 1745.(até esta data, as paróquias de MG pertenciam ao Bispado do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco.

                                            
Vila de Queluz- tela de Cidinha  Dutra




    Foto digital de uma foto de papel, da maquete  que eu fiz em 1990 e 
                                             Esta  maquete confeccionei em 1989 com em areia do Ribeirão das Bananeiras; cimento- branco; tinta Acrilex; arames de cobre
e raízes de ervas dos campos da Chapada de Cons. Lafaiete-MG.  Eu a doei ao Sr. Antonio Perdigão, Diretor e Fundador do Museu e Arquivo de Cons. Lafaiete. 



foto da arte de Vera Oliveira -artista plástica- DF 
www.diretoriodearte.com

Em 1720 quando criou-se a "CAPITANIA das Minas Gerais", o Arraial Campo Alegre dos Carijós  pertencia ao TERMO da Vila de São José d'el Rey (atual cidade Tiradentes) da COMARCA do Rio das Mortes sediada em São João d'el Rey. 

A primitiva capela de N. Srª Conceição, talvez erigida nos idos de 1686  pertencia à Paróquia de Furquim que era  Freguezia Paroquial do Bispado do Rio de Janeiro, 
Em 1709 a capela da Conceição dos Carijós foi elevada à categoria de PARÓQUIA pelo Bispo do Rio de Janeiro Dom Frei Francisco de São Jerônimo-Bispo sagrado pelo Arcebispo de Viseu. Foi organizador da Inquisição em Portugal como qualificador do Santo Oficio em Évora. 
Assumiu o cargo de Bispo do Rio de Janeiro em 1702 e foi um ativo perseguidor de Judeus no Brasil.


A Paróquia da Conceição do Arraial dos Carijós, passou a pertecer ao Bispado de Mariana,  somente em 1745 quando foi instituído na Capitania das  Minas, por bula do Papa Bento XIV.                                          O Bispado de Mariana, teve como primeiro Bispo  Dom Frei Manoel da Cruz.

O Arraial dos Carijoz passou a ser a séde do TERMO da VILA REAL de Queluz  em 19 setembro de 1790 passando a pertencer à COMARCA do OURO PRETO e deixando de ser território da Comarca do RIO das MORTES e do TERMO da Vila de São José d'El Rey

                          AUTOS da Criação da Vila de Queluz 
               no Arraial dos Carijós da Comarca do Rio das Mortes, 
        passando a nova Vila Real a pertencer à Comarca do Ouro Preto
“Remetto a Vmces. as Copias authenticas dos Autos originaes da creação dessa Vila, que ficão na Secretaria do Governo, conferidas e assignadas pelo Secretario delle José Onorio de Valladares e Aboim, para se registrarem nos Livros da Camara, e servirem de Título ou Documento para a confirmação que Vmces. pretendem requerer a Sua Magestade.
Deos Guarde a Vmces. Villa Rica 18 de Novembro de 1790.
Visconde de Barbacena
Sr. Juiz e offes. Da Camara da Real Villa de Queluz.”
“Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil settecentos e noventa, aos dezenove dias do mez de Setembro neste Arrayal de Carijoz Termo da Villa de São Jozé, Comarca do Rio das Mortes, e cazas onde se acha aposentado o Illustrissimo, e Excellentissimo Senhor Visconde de Barbacena do Concelho de sua Magestade, Governador e Capitão General desta Capitania de Minas Geraes, sendo prezentes
 o Doutor Dezembargador Luiz Antonio Branco Bernardes Ouvidor Geral, e Corregedor desta mesma Comarca, e:
 os principais moradores das Frequezias de Nossa Senhora da Conceição de Carijoz, 
da de Congonhas do Campo, e 
de Santo Antonio da Itaberaba que ahy havião concorrido; pello referido Ilustrissimo, e Excellentissimo Senhor Visconde General foy dito, que havendo lhe representado os indicados moradores a considerável distância de mais de quinze, vinte e trinta Legoas, que hião das suas respectivas habitaçoens as Villas de São José, São João de El-REY, Villa Rica, e Marianna, a cujas Justiças herão sujeitos, sofrendo por este motivo notaveis incomodos, e prejuizos, nas suas dependencias judiciais; e athé mesmo na arrecadação, e administração dos bens, e pessoas dos Órfaõns, a que não podia ocorrer-se muitas vezes com a brevidade conveniente por cauza da referida Longitude, que do mesmo modo dificultava o pronto conhecimento, e castigo de muitos, e graves delitos perpetrados naquellas distantes povoaçõens, com grande detrimento da tranquillidade, e segurança publica, em cujos termos lhe suplicavão a creação de huma Nova Villa, com Corpo de Camara, e Justiças competentes no Campo Alegre dos Carijoz, por ser o mais central das referidas freguezias; alem de se achar cituado na Estrada Real que vem da cidade do Rio de Janeiro para estas Minas Gerais e Capitania do Goyâz; alegando para este mesmo efeito outros igoalmente ponderozos motivos e exemplos, como tudo largamente consta do seu requerimento pellos dittos assignado, que vay por copia no fim deste; e tendo o mesmo Illustrissimo, e Excellentissimo Senhor condecendido com a mencionada suplica, sobre que se tomarão e precederão todas as necessárias informaçõens, de que resultou verificar-se a conveniencia e necessidade, que instava pella Criação da sobre ditta Villa para milhor admenistração da Justiça. Comodidade daquelles moradores, e mais pronto serviço de sua Magestade, nos casos ocorrentes, havia deliberado criar, como com efeito Criava em Villa o mencionado Arrayal dos Carijoz, o qual de hoje em diante se denominará – “Real Villa de Queluz” – ficando assim desmembrada do Termo da de São Joze, a que athe agora pertencia o dito Arrayal; e extendendo-se o da mesma Real Villa novamente erecta, athe confinar com a Comarca de Villa Rica, visto que interinamente se lhe não asigna, e demarca outro mais amplo Termo, como os Supplicantes requerem, sem perceder a Real Aprovação de sua Magestade, de cujo arbitrio fica também pendendo o Foral, que a mesma SENHORA foi servide determinar-lhe.
E havendo assim o dito Excellentissimo Senhor por Criada, e erecta a referida Vila Real de Queluz, com a Posse de todos os Direitos, Privilegios, e mais prerrogativas que pellas Leys do Reino lhe competirem, assim o aseitarão os indicados moradores; Nobreza, e Povo della, e seu termo; protestando, e jurando inalteravel, e firmissima obediencia, e sugeição as mesmas Leys, como fieis Vassalos da muita Alta, e poderoza RAINHA Dona Maria, primeira Nossa Senhora, e seus Augustos Sucessores, de que tudo para constar mandou lavrar este Auto de Criação, que asignou com os referidos que presentes se achavão, e eu José Onorio de Valladares, e Aboim Secretario do Governo o fiz escrever, e Sobscreví
 - Visconde de Barbacena- Luiz Antonio Branco Bernardes de Carvalho – Joze Rodrigues da Costa – Antonio Joze da Cunha – Antonio Glz Ferreira – João Dias da Motta –Manoel Alz da Neiva – 
Antonio Joze Bastos Pinto – Benedicto Dornellas da Costa – João Baptista de Sá Gonçallo Alz Anude – Joze Ferreira Bellas – Pedro Fernandes Ribas – Antonio Pereira da Cunha – Joze Dutra Gonçalves – Manoel Fernandes Ribas – Joze Sebastião de Mello – Manoel Vaz de Lima – Manoel de Souza Leria – João Miz Pedra – Joze Maria Farjado de Aciz João Franciso Vieira – Antonio Joaquim Pereira Ferraz – Joze Bernardo Alz da Neiva –  Francisco de Faria Brum – Manoel Pereira Brandão – Bento de Souza Costa – Luiz da Silva Pinto – o Padre Joze Felizberto Machado – o Padre Manoel Antonio Gomes – o Vigário Fortunato Gomes Carneiro – Manoel Antonio da Silva Campolina – Joze Antonio de Faria – Antonio Vicente Machado – Felizberto da Costa Pereira – Manoel Bernardo de Christo – Theodoro José Joaquim Pereira – Antonio Agostinho Lobo Leite Pereira – Joze de Vazconcellos Parada e Souza – Jerônymo Ribeiro de Castro – Francisco de Souza Leão – Joze da Silveira Vaz – Severino Joze Vaz – Joze Pedrozo dos Reys – Francisco Ferreira Maciel – João de Mattos Costa – Joze Joaquim Carvalhaes – Joze de Vargas – Bernardo José de Vargas – Antonio Francisco da Silva – Ancelmo Francisco Vieira, Joze Antonio de Azevedo – Joze Pinto Cardozo – João Antonio Henrique – Bento Joze Machado – Manoel Rodrigues Pires – Antonio Roiz Xavier – Felipe de Abreu Pacheco – Carlos Rodriguez de O. Pereira – Antonio da Silva Pinto – Joze da Costa dos Santos – Francisco Rodrigues Xavier – Joze Vieira Gularte – Joze de Mattos Lima – Manuel Lopez dos Santos – Francisco de Araújo Toledo – Feliciano Fernandes da Costa – Felix Pereira Mendes – Antonio Rodrigues Braga,  Serafim Alz Frias – Manoel Cardozo Lima – Antonio Glz Chapatenciana.

“ Illustrissimo e Excellentissimo Senhor Visconde de Barbacena:
 A Vossa Excia. expoem reventemente os Moradores das Freguezias de:
N. Srª da Conceição de Carijós e de
N.Srª da Conceição das Congonhas de Campo, e de
Santo Antonio de Itaberaba quê formando todos, huma Povoação conjunta de quazi vinte mil pessoas, com suficientes fundos, propriedades e terras incultas e distando das
 Villas de São Joze d' el Rey;
 São João d'el Rey;
 Villa Rica e Mariana/ por onde são demandados / mais de quinze, Vinte e trinta légoas por ásperas Serras; Caminhos Solitários e passagens de Rios, sem que a Justiça possa amparar prontamente os Orfãons e Viúvas pobres, nem defender a tranquilidade pública de alguns facínorosos e Saltiadores; 
Desejão os Supplicantes merecer a Sua Magestade Fidellíssima o Foral e Criação da nova Villa com Corpo de Câmara, Juiz Ordinário, e de Orfaons, Vereadores, Tabelliaens, e mais Offeciais competentes no Arraial Campo Alegre de Carijôz; por ficar ele no Centro dos Arrayaes sobreditos, e Estrada Real do Rio de Janeiro para as Minas e, Capitania de Goyâz, como por ser Primâz das Freguezias do Bispado, e primeiro descuberto do oiro, que denominando-se pello Farol natural, e próximos Montes de Itaberaba, com a devizão desta ulterior Freguezia, se veyo a equivocar com o lapço do tempo.
Os Supplicantes se valem do saudavel exemplo praticado por Vossa Excia. a benefício de Outras Povoaçoens para avivar a necessidade, opreção e vexame que experimentão quotidianamente as suas Cazas e famílias nas exorbitantes Custaz e ocazioens repetidas, em que são chamadas pella Justiça as Villas indicadas para os diferentes conhecimentos, execuçõens, e outros atos da sua competencia, quanto ha penozo aos Ancioens, e bons do Povo concorrer, e servir em Auditorios distantes, e qual pode ser a segurança e Repozo publico dependente de Correiçoens, e Comarcas Longinquas: Sendo Sua Magestade tão propicia a este Respeito para com os seus Vassalos de Portugal, e Conquistas, se esperanção os Supplicantes pellos eficazes Officios de Vossa Excia. não só merecer a dita Creação, e Foral com meya Legoa em quadra, Livre a beneficio do Sennado, e preciza demarcação das Freguezias expreçadas; maz ainda que as porçoens relativas, sugeitas e encorporadas com a freguezia do Oiro-Branco na Comarca de Villa Rica, e Termo de Mariana, se unão a nova Villa; regulando-se este pella Estrada desde o rio Carandahy, thé o alto da Serra vulgarmente chamada – Deos The Livre – com o comoddo natural, e percizo de ser corrigida pella mesma Comarca de Villa Rica: Nem a Remota Correição de São João de EL-Rey /em que medeão o Porto e Rio das Mortes/ experimentarão perjuizo comtenplavel attentos os novos intereces das Villas de São Joze, Tamanduâ, Campanha, Borda do Campo, e Julgado de Ayuruoca, Itajubá, Jacuhy, Cabo Verde e Camanducaya que excedem incomparavelmente. Nesta inteligencia notoria aos superiores conhecimentos de V. Excia. se oferecem os Suplicantes a contribuir para a nova fundação com os mesmos direitos, proes e precalços que pagão as Villas antigas /em que vivem desmembrados, sujeitos, coprimidos / a cujo fim se assinão e farão os mais termos necessarios, na Secretaria do Governo e Tombo da nova Camara que pertendem – E receberão Graça e Mercê –
Joze Roiz da Costa – 
Vigario Fortunato Gomes Carneiro, 
Martinho Rodrigues Costa, Bento de Souza Costa, João da Matta Fernandes, Antonio Rodrigues da Costa, Jozé Rodrigues da Roza,
 Jozé Maria Fajardo de Aciz, 
Antonio Joaquim Pereira Ferraz, João Francisco Vieira, João de Medeiros Teixeira, Manoel Pereira Brandão, Nicolau Dias Cardozo, Jozé Dias Campos, Manoel Jozé Braga, Manoel Pereira da Silva, Jozé Antonio de Aredo, Manoel Cardozo Lima, José Antonio de Araújo, Domingos Gonçalves Machado, Luiz Ribeiro de Carvalhais, João Ferreira da Silva, Jose Tavares de Mello, Manoel Pereira de Azevedo, João de Oliveira Santiago, José de Vargas, Luiz de Almeida, Bartolomeu Gonçalves, José Cardoso Lima, Antonio Gonçalves Correa, José Dutra Gonçalves, Gonçallo Alves Arruda, Narcizo Martins Machado, José Martins de Azevedo, José Lucas da Costa, João Baptista de Sá, Theodozio Gomes Ferreira, Manoel José Gomes, Antonio José de Mattos Lima, José Marinho Azevedo, João Ribeiro de Tabordas, Manoel Duarte Coelho, O Padre José de Andrade, e Almeida, Felipe Gonçalves Gularte, Pedro Fernandes Ribeiro, Joaquim Dias Eyra, Manoel Davila, Apolinário Mendes Rodrigues, Antonio Gonçalves da Silva, Francisco Marinho de Azevedo, Luiz Bernardo do Amaral, José Antonio de Souza, José Gonçalves Luiz, João Pereira Mamão, Francisco Ferreira Maciel, José Francisco Santiago, José de Souza Teixeira, Francisco Caetano Dantas Magalhães, Luiz Antonio da Silva Velho, Antonio Pereira da Cunha, Euzébio José Rodrigues Neves, José Joaquim Rodrigues, João Ferreira Pacheco, José dos Santos Correa, Manoel da Cunha Coutinho, O Padre Antonio José de Lima e Costa, Lauriano José Fernandes da Cunha, O Padre Onorio Fidelis de Oliveira, Manoel Jozé Braga, Domingos Pereira Pontes, Francisco de Paula Gonçalves, Manoel Pereira Pontes, Antonio Dias da Cunha, o Doutor Antonio de Queiroz Monteiro, Manoel da Costa Leite, Jozé Maria de Oliveira, João Moreira Neves, Antonio Pereira Ribeiro, Manoel Jozé de Oliveira, Jozé Antonio da Silva, Jozé de Souza Lima, Manoel Jozé da Costa Melgaço, Antonio Jozé de Souza, Jozé Vaz de Souza, Francisco Novaes de Barros, Antonio da Cunha Senra, Bento Manoel Mez, Manoel Ferreira Campos, João Antonio, Francisco Gonçalves dos Anjoz, Manoel Alvs da Neiva, João Martins Pedra, Francisco Vieira da Silveira, Francisco Alvz. da Neiva, Manoel Ferreira Barboza, Ignacio Alves Pereira, O Padre Thomé Fernandes Quintão, Antonio Gonçalves da Costa, Francisco de Souza Teixeira, Antonio Jozé Bastos Pinto, Antonio do Abreu Pacheco, Ângelo de Oliveira Moura, Jozé Antonio de Faria, Jozé da Cunha, Domingos Pereira Cabral, Jozé Fernandes Leão, Jozé Pereira dos Santos, Padre João Antonio da Silva Leão, Manoel da Costa Chaves, Valentim da Motta Reimão, Jozé Lopes Teixeira, João Antonio Lima, Domingos Marques Ferreira, João Caetano de Souza, Jozé Antonio da Silva, Manoel Ferreira Branco, Francisco João Ribeiro, Jozé de Souza Pereira, Padre Joaquim Lopes Coelho, Padre Antonio Fernandes Lima, Luiz Francisco da Silva, João Rondon Ordonhe Prodonhe, Joaquim de Souza Pinto, João Francisco de Carvalho, Antonio Fernades Lima, Jozé Fernandes Maya, Manoel Pires Brabo, Manoel Antonio da Silva Campolina, Padre Joaquim Ferreira de Freitas, Francisco João Miz, Antonio Ferreira Maya, Theodozio Pereira Brandão, Antonio Dutra da Silva, Vicente Xavier Vieira, João Fernandes de Oliveira, Caetano Jozé de Oliveira, Antonio Nogueira da Cruz, Manoel Ferreira de Souza, Januario Vieira Cardozo, Antonio Caetano de Souza, João dos Santos Silva, Manoel Pinto de Souza, Francisco Pinto de Souza, Serafim José de Amaral, Manoel Caetano de Oliveira, Joaquim João de Oliveira, Antonio de Souza Aguiar, Antonio de Faria Gularte, Manoel Pereira da Silva, José Francisco, Felix Ferreira Barbosa, João Gonçalves da Costa, Francisco Dias Santos, Manoel Ignacio Dias Cardozo, Manoel Antonio Dias, Jozé Caetano Pereira, Pedro Correa Velho de Bitancor, Manoel Machado Porto, Jozé Pires Ferreira, João Dias Soares, Matheos Rodrigues da Costa, Capitão do Rio do Peixe de Congonhas, Antonio Jozé Ferreira, Capitão Commandante da Piedade, Antonio Jozé de Oliveira, Tenente Auxiliar da Capella do Rio do Peixe, Jozé Antonio de Araújo, João Pires da Costa Alferes, Antonio Martins da Costa, Bartholomeu José Cota, Martinho Rodrigues da Costa, Luiz José de Oliveira, Jacinto Jozé Fidellis da Silveira, João da Costa Guimaraens, Francisco Xavier Borges, Vicente Jozé Ferreira da Costa, Manoel Gonçalves Pereira, João Vaz Pereira, Joaquim Rodrigues de Souza, Joaquim da Costa Guimarães, André Luiz Machado, Joaquim de Moura Lisboa da Silva Pinto, Alexandre Jozé de Souza, Capitão Manoel Braz da Cruz, Luiz Jozé da Motta, Silvério Jozé da Silva, Jozé Antonio da Silva, Antonio Villela Fragão, Tenente Coronel Jozé Patrício Monteiro, Alferes Comandante Francisco da Cunha Mattos, Lucas Rodrigues da Costa, Bento Diniz Ramos, Manoel Gonçalves, Antonio Tellis da Silva, Manoel de Souza Machado, Padre Antonio Mendes de Souza, Manoel Francisco da Silva, Pedro da Silva Ribeiro, João Luiz Brandão, Jozé Rodrigues Vieira, João da Silveira Fernandes, Martinho Pacheco Lima, Francisco Xavier de Oliveira, Theodozio Alz., Antonio Jozé de Govea, Miguel de Oliveira Roza, Antonio Coelho Ribeiro.”
(Revista do APM. Ano II 1897, p.105 – Manoel Albino de Almeida – Secretário da Câmara Municipal de Queluz).Fonte: www.queluzdeminas.com.br

Mapa do Município de Queluz séc XX


foto de Véra Oliveira -DF




A primeira notícia que se tem da história de Conselheiro Lafaiete, uma das cidades mais antigas de Minas Gerais, é por volta de 1683, dada pela bandeira de Garcia Rodrigues, que fala no arraial de garimpeiros e índios chamado Campo Alegre dos Carijós.
Consta que antes essas paragens já teriam sido visitadas pelo português D. Rodrigo, em 1680/81, e mesmo, anteriormente, pelas bandeiras de Pais Leme (1674) e Lourenço Castanho (1675) que, penetrando no vasto sertão, desbravavam as terras abrindo picadas e caminhos. E na aventura achavam ouro, plantavam roças, criavam arraiais.

Muitos pesquisadores se perderam na selva das hipóteses, para definir os primeiros passos da civilização em Carijós, mas é tido como certo, e a notícia acima é uma confirmação, de que alguns remanescentes da bandeira de Borba Gato, logo após a morte do português D. Rodrigo, vieram minerar na serra de Ouro Branco e, como lá os silvícolas eram ferozes, fizeram sua morada junto aos índios carijós, de boa índole e pacíficos, que tinham sua taba num vasto planalto nos contrafortes da Mantiqueira.
Esses carijós, pertencentes ao grupo lingüístico tupi-guarani, tinham vindo do litoral fluminense, fugindo às hostilidades de outras tribos e às maldades dos caçadores de escravos.

De acordo com o arqueólogo Dr. José Vicente César, svd, esses aborígenes já devem ter vindo catequizados, chegando a essa conclusão pelo fato de que “os carijós, desde o início, aceitaram o contato pacífico com os europeus, assimilando o Cristianismo com muito entusiasmo e bons resultados de mútua integração cultural”, chegando a essas plagas antes dos desbravadores das Gerais.

É provável que, já logo nos primeiros tempos, tivessem bandeirantes e índios se congregado na piedosa tarefa de erigir uma primitiva ermida no Campo Alegre dos Carijós, cercada de esteiras e coberta de colmos, onde colocaram as imagens que sempre os bandeirantes traziam consigo, provavelmente onde se localiza hoje o Colégio Estadual “Narciso de Queirós”, na rua Barão de Suassuí, tendo sido encontrados ossos naquele local durante a construção do prédio e antigamente se enterravam as pessoas nas igrejas ou nas suas proximidades.

Foram feitas plantações, levantaram-se choças, e a vida decorria tranqüila até que, na última década do Século XVII, começou a corrida em busca de riquezas nas minas auríferas da região. O arraial de Carijós era a passagem obrigatória para Itaverava, Guarapiranga, Mariana e Catas Altas. Tornou-se pouso para os viajantes e entreposto de mercadorias.

Em 1694, a grande bandeira paulista de Manuel Camargo, Bartolomeu Bueno de Siqueira, Miguel Garcia de Almeida Cunha e João Lopes de Camargo oficializou a existência do arraial, que teve, então, um grande desenvolvimento.

Por essa época teria sido erigida uma capela ou igreja de pau-a-pique, dedicada ao culto da Imaculada Conceição, provavelmente onde hoje é a Praça Nossa Senhora do Carmo, de acordo com o que se deduz da Carta de Sesmaria concedida a Jerônimo Pimentel Salgado que, juntamente com Amaro Ribeiro, tiveram reconhecidas as posses de várias léguas de terra em 1711.

O templo era um dos limites citados no documento e devia ser bem freqüentado pois, em 1709, o padre Gaspar Ribeiro Fonseca, enviado pelo bispo do Rio de Janeiro Dom Frei Francisco de São Jerônimo, criou a paróquia de Nossa Senhora da Conceição, pertencente à Diocese do Rio de Janeiro, passando a aldeia a chamar-se Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Campo Alegre dos Carijós.

Mandou-se trazer, da cidade de Porto, em Portugal, uma nova imagem da padroeira, em madeira, belíssima em sua concepção artística, que até os dias de hoje é venerada na cidade. O culto à Virgem reunia a população constituída de nobres - alguns descendentes de D. Afonso Henrique, fundador de Portugal - , do povo, ficando, do lado de fora da igreja, os escravos.

Em 1711, chegou a Carijós o Caminho Novo, que encurtava grandemente o tempo de viagem entre o Rio de Janeiro e as minas. Também na mesma época, quando o governador Antônio de Albuquerque dirigiu-se com um contingente mineiro em direção ao Rio de Janeiro para socorrer a Capital, assaltada pelos corsários franceses de Dugay Trouen, um grupo de jovens de Carijós participou da corajosa empreitada.

O aumento dos “fogos”, como se denominavam as moradias, e o crescimento rápido da população, levaram a Irmandade do Santíssimo Sacramento a construir, a partir de 1732, nova Matriz, em imponente estilo barroco, à base de taipa e madeira, no local onde se encontra até hoje, a qual recebeu posteriormente uma sapata de pedras ao seu redor.

Em 1752 iniciou-se a construção da Igreja de Santo Antônio e, em 1764, da Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

Quando o ouro diminuiu e a cobrança dos quintos sobrecarregou a população, houve um grande clima de descontentamento, sendo forte, em Carijós o movimento da Inconfidência, sendo filhos da terra o Pe. José Rodrigues da Costa e o Pe. Fajardo.

Atendendo ao pedido dos habitantes do arraial, a Rainha D. Maria I criou a Real Vila de Queluz, através de ato assinado pelo Visconde de Barbacena, na própria vila recém-criada. Autorizou-se, então, a construção de um Pelourinho, que simbolizava as liberdades municipais, como era feito na antiga Roma. O pelourinho de Queluz era encimado por um busto, de capacete à cabeça, com um sabre enfiado em seu crânio.

A 25 de junho de 1822, a Câmara da Vila Real de Queluz fez uma petição a D. Pedro, Príncipe Regente, no sentido de que mandasse instalar a Câmara de Cortes do Brasil, o que seria um importante passo no sentido da Independência. Muito persuasiva, com trechos em que os queluzianos demonstravam grande brio e coragem, pode ter ajudado a construir no espírito de D. Pedro a idéia que o levou ao grande passo de 7 de setembro de 1822.

A Lei nº 1276 elevou a Real Vila de Queluz à categoria de cidade e em 1872 foi criada a Comarca de Queluz. O nome Conselheiro Lafaiete passou a vigorar a partir de 27 de março de 1934, em homenagem a Conselheiro Lafayette Rodrigues Pereira, quando se comemoravam o centenário de seu nascimento.

No cenário da Segunda Guerra Mundial, Conselheiro Lafaiete esteve presente com 63 de seus filhos que atuaram heroicamente nos campos de batalha, conquistando brilhantes vitórias.

Nesta pintura de J. P. Brito aparece, logo abaixo da Serra do Ouro Branco, a jazida de manganês do Morro da Mina, considerada na época, década de 40, a maior do mundo na extração daquele minério, tendo sido a única jazida do Ocidente, a fornecê-lo ao esforço de guerra aliado durante a Segunda Guerra Mundial.

Em vários outros momentos importantes da vida do país, Conselheiro Lafaiete esteve presente com a participação e o valor de seus filhos.

Todo esse passado rico de fatos importantes na vida econômica, política, social, cultural e religiosa de Minas Gerais e do Brasil, chega até nós não apenas pelas narração e documentação históricas e tradição oral, como também através de sítios históricos que testemunharam tais fatos e hoje são sugestivas amostras dos tempos que decorreram no período de mais de trezentos anos 
fonte: http://www.conselheirolafaiete.mg.gov.br/cidade/historia.html

8-  As 5 FILHAS de JEAN DE LANNE  
F1 Dona Catarina de Jesus Lana natural do Rio de Janeiro *1703 
F2 Dona Margarida de Jesus Lana natural do Rio de Janeiro *1705
F3 Dona Maria de Jesus Lana natural do Ouro Preto *1710
F4 Dona Mariana de Jesus Lana* natural do Ouro Preto *1714
F5 Dona Quitéria de Jesus Lana natural do Ouro Preto * 1718

João de Lana e sua mulher D. Maria de Jesus, tiveram duas primeiras filhas no Rio de Janeiro onde foram batizadas:
F 1- Dona Catarina de Jesus Lana, nascida em 19/02/1703 no Rio de Janeiro
           Casou-se em São Bartolomeu do TERMO da Vila Rica da COMARCA do Ouro Preto com
 o Sargento Francisco Leite de Brito tendo 3 filhos:
         N1 Padre Joaquim Bento de Lana Brito
         N2 Padre Francisco Leite de Brito
         N3 Ana Rosa da Conceição Lana Brito cc Antonio da Costa Santos com 6 filhos
              Bn Padre Camilo de Leles Brito
              Bn Padre Antonio da Costa Santos
              Bn José da Costa Santos  cc... c gerações
              Bn Venancio da Costa Santos cc... c gerações
              Bn Francisca Maria Angelica  cc...c gerações                                          
              Bn João de Lana Brito...cc..c gerações
F 2- Dona Margarida de Jesus Lana, nascida em 1705 no Rio de Janeiro, casou-se em Ouro Preto
         Casou-se na Matriz Conceição do Antonio Dias do TERMO  da Vila Rica da COMARCA do Ouro Preto com Manoel Gonçalves Porto tiveram 2 filhos:
            N4 Padre Manoel Gonçalves Porto e Lana
            N5 Padre José de Lana Porto (Vigário colado de Itatiaia do Ouro Branco-MG)

                                             Igreja de St Antonio do Itatiaia do Ouro Branco

9- JEAN DE LANNE em MG em 1709
Em 1709, após o término da Guerra dos Emboabas ecom a criação da CAPITNIA das "Minas de São Paulo"  JENA DE LANNE e sua mulher Dona MARIA DE JESUS, com suas duas filhas: F1 -Catarina de Jesus Lana e F2 Margarida de Jesus Lana,  vieram para o TERMO da Vila Rica da COMARCA do Ouro Preto da CAPITANIA das Minas de São Paulo
Artífice em ourivesaria, foi o "Fundador- 2º membro- da Confraria do Senhor dos Passos da igreja Matriz N. Sª do Pilar do Ouro Preto";
"Sesmeiro" (atual Capão do Lana) na COMARCA do Ouro Preto; 
"Mineirador de ouro e prata; 
"Metalúrgico de ligas de Au e  Ag"; 
"Aferidor de ligas de Au (ouro) da Casa da Moeda" da Vila Rica em 1714; 
"Artíficie-Dourador de talhas de igrejas"




Artífice em ourivesaria e Dourador de talhas de igrejas mineiras como igreja de N. Sª de Nazaré da Cachoeira do Campo.

Foi o 2º-Membro Fundador da Irmandade do Bom Jesus dos Passos da Igreja-Matriz do Pilar da Vila Rica do Ouro Preto, onde foi sepultado na campa XXVII em  26/10/1741.




10-  DESCENDÊNCIA de JEAN DE LANNE 
         na COMARCA do OURO PRETO
A COMARCA do  OURO PRETO compreendia 3 TERMOS a partir de 1790

                                                              1-Termo de Vila Rica


2-Termo de Vila do Carmo
3- Termo da Vila Queluz 


                                                             
11- O TERMO da "VILA QUELUZ" e suas PARÓQUIAS desde  1790
                                   
                                                      Matriz de N. Sra Conceição dos Carijós

                                                  foto da matriz em 8 dezembro 2011-ALGP

                                                   foto da Matriz em 8 dezembro 2011-Lélis


                                                        Santo Antônio da Itaverava;

                                        foto da Matriz St Antônio Itaverava- março 2012 ALGP
                                                  São Gonçalo das Catas Altas da Noruega;


                                            N.Srª Conceição das Congonhas do Campo;


                                                          São Brás do Suaçuy;

                                                 foto interior feita em janeiro de 2009-AGLP

                                                      Santo Amaro do Camapuã-2009 AGLP

                                                     Santana dos Montes do Catauá-2007 AGLP
                                                          foto interior outubro 2007- AGLP

12- DESCENDÊNCIA de JEAN DE LANNE no TERMO da VILA de QUELUZ em MG
A descendência de Jean de Lanne no TERMO da Vila Real Queluz de Minas se fez através de suas duas filhas F3 e F4
F3 Dona MARIA DE JESUS LANA- 3ª Filha de Jean de Lanne, nascida em 1710 no Arraial do Antonio Dias do TERMO da Vila Rica da COMARCA do Ouro Preto CAPITANIA das Minas Gerais.
Casou-se com Sargento-mor Manuel da Costa Roriz.
Tiveram 3 filhos com gerações
Capela do Mosteiro de Macaubas de St Luzia dos Rio das Velhas
Matriz de N. Srª da Boa Viagem de Itabira do Campo(Itabirito)
       N6  Padre Manoel Dias da Costa Lana.->Natural de N.Sª da Boa Viagem da Itabira do Campo 
e em 1777  foi capelão cura do  Recolhimento de Macaúbas no Arraial de Santa Luzia da Comarca do Rio das Velhas. Terminou seus dias como vigário da Freguezia de Santo Antonio do Itatiaia do Ouro Branco por volta de 1820.
       N7 D. Maria da Costa Lana cc José de Morais Sarmento  com 3 filhos
                  Bn1Padre João Dias da Costa Lana
                  Bn2 Ana Querobina de São José e Lana
            Bn3 Antonio Dias da Costa Lana cc Ana Quitéria do Sacramento
            Tiveram  4 filhos:
Matriz de Sto Antonio do Ribeirão de Sta Bárbara
capela de S. Gonçalo do Rio Abaixo
interior da Matriz de St. Antônio de Santa Bárbara
                      Ana Januária de Jesus cc Joaquim Nunes Machado filho de Manuel Machado Velho e Joana  Nunes Álvares casados em 1809 na capela de São Gonçalo do Rio Abaixo colada da Matriz de Santo Antonio do Riacho de Santa Bárbara
                      3 filhos nascidos em Itaverava  do Termo da Vila de Queluz
                       Tn1 Silvério Dias Lana nat de Itaverava cc Amélia de Campos 


                                           Silvério Dias Lana e Dona Amélia de Campos Dias Lana
                       Tiveram 8 filhos em Itaverava do  Termo da Vila de Queluz
                             Qn 1 José de Campos Lana cc Marieta de Barros 
                              Tiveram 2 filhos:
                                     Pn1 Zeny de Barros Lana  
                                     Pn2 Juquita de Barros Lana
                             Qn 2 Benjamim de Campos Lana c gerações
                             Qn 3 Jaime de Campos Lana c gerações
                             Qn 4 João de Campos Lana c gerações
                             Qn 5 Ana Marina de Campos Lana cc Joaquim Lourenço Lobo c gerações
                            Qn 6 Antonio Emidio Lana autor do livro "Itaverava, Núcleo de Bandeirantes" c gerações
                             Qn 7 Adelina Lana cc Benevenuto c gerações
                             Qn 8 Clarisse  Lana  cc Manoel Patrício de Carvalho c gerações
                                                     Antônio Emídio Lana (Tinhô)-                                                                                                         Autor do livro "ITAVERAVA, Núcleo de Bandeirantes"                                                                                        e sua irmã Clarisse Campos Lana                                                                                     seus sobrinhos e netos: Vera Lana  Carvalho; Raquel, Luiz Fernando Carvalho.                            (FOTO gentilmente cedida por Zeni Barros Lana e Luiz Fernando de Carvalho)

                     Tn2 Francisco Dias Lana cc D. Meireles 
                     Tiveram 1 filho
                        Qn 9 Avelino Dias Lana Natural da paróquia de St Antonio da Itaverava, distrito do município da cidade Queluz de Minas.
altar mor e altares colaterais da matriz St Antônio de Itaverava
                     


capela mor da Matriz de St Antonio de Itaverava, pinturas de Ataíde
Avelino Dias Lana era Tenente-secretário do 15º Regimento de  Cavalaria em 1911 na Cidade Queluz de Minas; Escrevente juramentado do cartório de órfãos de Queluz de Minas. 
Doou  terrenos para a construção do novo cemitério paroquial de N. Sª Conceição no morro de N. Sª do Carmo; pois o que estava em torno da Matriz, seria eliminado pra reforma do adro do Templo e Pça Tiradentes.                                                                                                                                                   Era Casado com Dona Olímpia Almeida nascida em 1879 em Queluz de Minas ver blog .http://queluzdeminas.blogspot.com/
              Qn9 Avelino Dias Lana nat de Itaverava cc Olímpia Almeida nat de Queluz de Minas 
              Tiveram 10 filhos
                     Pn 1 José Dias Lana
                     Pn 2 Osmar Dias Lana
                     Pn 3 Joana Dias Lana
                     Pn 4 Lauro Dias Lana
                     Pn 5 Izabel Dias Lana
                     Pn 6 Maria José Dias Lana
                     Pn 7 Oswaldo Dias Lana
                     Pn 8 Edith Dias Lana
                     Pn 9 Lygia Dias Lana
                  Pn 10 Edmundo Dias Lana cc (On4Lana) Geny Rezende Neiva (filha de Jovelina Fortunato Lana) c gerações...Vide F4 D. Mariana de Jesus Lana 
           Tn3 Joaquim Dias Costa Lana Nat de Itaverava cc Francisca de Paula Godinho 
           Tiveram 1 filho:
                       Pn1 Ana Rosa de Lana casada com Capitão Antonio Roberto Ferreira Barros 
                       Tiveram 1 filha
                              Qn Liberalina de Lana Barros cc Lindolfo Carvalho Ávila 
                              Tiveram 2 filhos:
                                       6n1 Carmem  Ávila
                                 6n2 Prof. Afonso Ávila -autor do livro "Iniciação ao Barroco Mineiro", diretor da Revista Barroco publicada pela UFMG casado com Laís Correa de Araujo c/ gerações...
F4  Dona MARIANA DE JESUS LANA- 
4ª filha de Jean de Lanne, nascida em 1714- batizada em 14/11/1714 na Igreja N. Sª Nazaré no Arraial da Cachoeira do Campo, do TERMO da Vila Rica da COMARCA do Ouro Preto da CAPITANIA das MINAS GERAIS.

nave central, altar mor e colaterais da igreja N. Srª Nazaré da Cachoeira do Campo
                                                                                                                                                                         Casou-se em 1728 na Igreja-Matriz de N. Sª Conceição do Antonio Dias do Ouro Preto com Sargento-Mor Pantaleão da Costa d'Antas; Nascido em Fontoura, Valença, Viana do Castelo- Portugal e baptizado a 29.7.1694; Filho de José  da Costa d'Antas (1656-17??), lavrador, natural em Rubiães, Paredes de Coura, Viana do Castelo, e de Maria Vicente de Sousa, natural da Galiza- Espanha; neto paterno de Gaspar da Costa (1625-1697), lavrador e sapateiro, natural de Rubiães, Paredes de Coura, e de sua mulher Natália Vaz Soares, natural de Cristelo,  Paredes de Coura; bisneto paterno de Gaspar da Costa, "o Velho" (c.1600-1670), lavrador, natural de Agualonga, Paredes de Coura, e de sua mulher Ana d'Antas, natural de Rubiães, onde casaram, e de António Rodrigues, alfaiate e lavrador, e de sua mulher Isabel Rodrigues, residentes em Cristelo, onde casaram
Pantaleão da Costa Dantas foi Sargento-Mor das Ordenanças do Arraial de Antônio Pereira do Termo da Vila do Ribeirão do Carmo; 
Explorador de minerais;
Funcionário da Casa da Moeda;
Tesoureiro da Câmara Municipal de Vila Rica no séc XVIII
Dourador em prata da igreja N. Srª Conceição do Antônio Dias de Ouro Preto;

trono do altar mor da Conceição do Antonio Dias do Ouro Preto

nave central da Conceição do Antonio Dias do Ouro Preto



Testemunhas do casamento realizado em 1728 na igreja Conceição do Antônio Dias                         Dom Lourenço de Almeida-Governador-Capitão-General da Capitania das Minas Gerais               Eugênio Freire de Andrade- Superintendente da "Casa da Moeda" da Vila Rica da Comarca Ouro Preto
tiveram com 4 filhos: NLana
      N9   Francisca do Pilar e Lana
      N10 Maria da Costa Lana cc Miguel Antonio da Silveira                
     N11 José Agostinho da Costa Lana cc Maria Joaquina de Santa Clara                              
    N8  ANTONIA TEREZA DE LANA 
Batizada em 03/03/1738 na Freguezia de N. Sª do Pilar da Vila Rica.                                                              Casou-se em 20/02/1757 em Cachoeira do Brumado, Sumidouro do Termo da Vila do Carmo


com Domingos Fernandes Barroso, emigrado no Brasil, nat de Negrões, Montalegre, Bragança, Trás-os-Montes, residente em Furquim do TERMO da Vila de Mariana; filho de Jerônimo Fernandes Barroso e Joana Gonçalves, residentes em Negrões- Portugal
Domingos Fernandes Barroso foi o co-construtor da primitiva Estrada Real de Vila Rica até Vila Velha da Vitória da Capitania do Espírito Santo.
Tiveram  6 filhos:
     Bn 8  Capitão João Fernandes de Lana.
     Bn 9  Padre Jerônimo Fernandes de Lana ordenado em 1788 em Mariana
     Bn 10 Capitão José Fernandes de Lana
     Bn 11 Francisco Antonio de Lana cc Maria Joaquina de Magalhães
     Bn 12 Joaquina Eufrásia da Assunção de Lana
     Bn 13 Joaquim Lourenço de Lana cc Maria dos Santos
Bn8 Capitão JOÃO FERNANDES DE LANA 
Batizado na Matriz do Pilar de Vila Rica do Ouro Preto em 25/04/1760
Casado em 1796 com D. Maria Joaquina Polidora na Capela-colada de São Sebastião das Almas da Ponte Nova, filial da Freguezia do Furquim do Termo da Vila de Mariana.
matriz do Bom Jesus do FURQUIM

João Fernandes de Lana foi capitão de ordenanças do Arraial dos Arrepiados (Araponga); explorador de minérios; agricultor de tabaco e café; proprietário da sesmaria Fazenda de S. Miguel em Unay.                               Faleceu em 1832 na Fazenda da Conceição, em Natividade na Província do Rio de Janeiro.
Tiveram 6 filhos:
        Tn 1 Antonia Fernandes de Lana
        Tn 2 Domingos Fernandes de Lana cc Mariana Carolina Rocha
        Tn 3 José Fernandes de Lana
        Tn 4 Antonio Fernandes de Lana
        Tn 5 Francisco Fernandes de Lana
        Tn 6 Joaquim Fernandes de Lana
        Tn 7 Sargento-mor Luiz Fernandes de Lana
Tn7 Sargento-mor LUIZ FERNANDES DE LANA 
       Batizado na igreja do Pilar da Vila Rica do Ouro Preto



       Oficial de Milícias da Comarca do Ouro Preto
       Casado com...
      Tiveram 4 filhos:
           Qn1 Joaquina Francisca Fernandes de Lana nat de Catas Altas da Noruega
           Qn2 Aurélio Fernandes de Lana nat de Catas Altas da Noruega
           Qn3 Claudina Fernandes de Lana nat de Catas Altas da Noruega cc Manoel Tavares Tadim
           Qn4 Angélica Fernandes de Lana nat de Catas Altas da Noruega
 Qn1 JOAQUINA FRANCISCA FERNANDES DE LANA 
                Natural de Catas Altas da Noruega do "Termo da Vila Rica" da "Comarca do Ouro Preto" em 1810?  Casada  com  ? ...Horta. Tiveram 1 filho que Eu descobri em 2009 nos Arquivos da Sé em Mariana-MG, tendo ele sido batizado em

           

Pn1 RICARDO AUGUSTO DE LANA HORTA, Batizado em 06/06/1839 em São Gonçalo do Amarante, Capela-colada da Paróquia de Santo Antônio da Itaverava, do Termo da Vila de Queluz, da Comarca do Ouro Preto, pelo Padre e Deputado Pe. Francisco de Assis Pereira-Deputado provincial e Tio-Avô do conselheiro Lafayete Rodrigues Pereira.
Foram padrinhos de batismo:
seu tio-materno Aurélio Fernandes de Lana e seu avô-materno Capitão Luiz Fernandes de Lana como atesta o Livro de batistério dos Arquivos da Sé em Mariana.                

                           
Ricardo Augusto de Lana Horta foi proprietário da "Fazenda Santo Inácio"  nas terras de Catas Altas da Noruega,  sendo agricultor de tabaco, café e milho.
Casou-se em Queluz de Minas com Virgínia Alves da Neiva, natural de Queluz de Minas em 17/06/1845,
                                                          
e falecida em 17/11/1918, sendo sepultada na "TUMBA 1" da "QUADRA 4" do cemitério paroquial de                N. Srª Conceição de Queluz de Minas-atual Cons. Lafaiete-MG
Virgínia descende de queluzianos que assinaram os Autos de Criação da Vila de Queluz em 19 set de 1790.
Tiveram 9 filhos  (sequência Sn1 a Sn9)

                                      foto cedida por Giovane Neiva  Filhos,                                                                                         sobrinhos e genros de Ricardo Augusto de Lana Horta (catasaltenses ilustres)
                
 Sn1 FIRMINO AUGUSTO DE LANA*18..? 
                                              Casa dos Lana, pertenceu a Firmino Augusto Lana.
                                                foto cedida por Rogério Lana Brandão
                      Tombada em 2009 pela Secretaria Municipal de Patrimônio Histórico Público de Cons. Lafaiete-MG

                    Firmino Augusto de Lana foi Comandante de Infantaria da Guarda Nacional da Vila de Queluz em 1915. Faleceu em Queluz em 1947 e foi sepultado na Quadra 4 do cemitério paroquial da Conceição de Queluz.
 Casado com Marieta Barros nat de Itaverava
Tiveram 9 filhos:

                                                    foto cedida por Rogério Lana Brandão

                     7n1 Firmino Lana Júnior. cc Dulce PAES SANNA  c 4 filhos:
                               8n1 Maria Lúcia Sanna Lana
                               8n2 Evany Sanna Lana
                               8n3 Iracema Sanna Lana      
                               8n4  Beatriz Sanna Lana
                     7n2 Aloisio Augusto Lana
                     7n3 Lineu Lana cc Ivone PIRES c filhos: 
                                 8n1 Renato Pires Lana
                                 8n2 Eduardo Pires Lana
                                 8n3 Maria Eilizabete Pires Lana
                     7n4 Elza  Lana
                     7n5 Maria Zilda Lana cc  Mozart de Oliveira BRANDÃO 1 filho: 
                              8n1 Rogerio Lana Brandão  cc  Nilci de Mattos c 3 filhos:
                                     9n1 Humberto cc Poliana, 
                                     9n2  Rogeria cc Marcelino Milagres
                                     9n3 Daniela cc Leonan
                     7n6 Laércio Lana
                     7n7 Maria Ilda  Lana cc  Antonio MOREIRA SOUZA E FILHO. cc 5 filhos:
                              8n1 Cláudio Lana Souza Lana Moreira Souza   
                              8n2 Maria Elizabete Lana Moreira Souza 
                              8n3 Maria Cristina Lana Moreira Souza 
                              8n4 Antonio Lana Moreira Souza 
                              8n5  Ricardo Lana Moreira Souza.
                    7n8  Virgínia Lana  Salvador MASSOTE c 4 filhos: 
                               8n1 Alexandre Lana Massote
                               8n2 Marcio Lana Massote 
                               8n3 Arnaldo Lana Massote
                               8n4 Silvana Lana Massote
                   7n9 Célia Lana cc Francisco de CARVALHO POSSAS c 8 filhos: 
                               8n1 Adriana Lana Possas
                               8n2 Francisco Lana Possas 
                               8n3 Pedro Lana Possas 
                               8n4 Marcelo Lana Possas
                               8n5 Firmino Lana Possas
                               8n6 Maurício Lana Possas
                               9n7 Rui Lana Possas
                               9n8 Paulo Cesar Lana Possas
                 7n10 Maria José Lana (zininha)
                 7n11 Aleyde Lana               
  Sn2 JOÃO AUGUSTO DE LANA casado com MARIA FORTUNATO DA SILVA (irmã de meu bisavô João Fortunato da Silva) naturais de St Rita do Ouro Preto com 1 filha:
                         7n1 Jovelina Lana cc Nelson ALVES DA NEIVA
                         Tiveram com 8 filhos:
                                 8n1 Antonio Lana Neiva
                                 8n2  Nelson Lana da Neiva
                                 8n3 Maria Lana da Neiva
                                 8n4 Geny Lana da Neiva cc (Pn10 Lana) Edmundo Dias Lana
                                 8n5 Nair Lana da Neiva
                                 8n6 Beatriz  Lana da Neiva
                                 8n7 José  Lana da Neiva (vive na fazenda St Inácio)
                                 8n8 Ione  Lana da Neiva cc Antonio REZENDE NEIVA c 1 filha
                                        9n1 filha .. Rezende Neiva
                                               10n1 Nelson Rezende Neiva
                                               10n2 Jussara Rezende Neiva
   Sn3 ANTONIO RICARDO DE LANA cc..com 1 filho:
                               7n1 Francisco Lana Sobrinho cc Carmelita Santiago nat de Piranga
                                                  Tiveram 13 filhos

                                      8n1-Antônio Teixeira Lana, c.c Maura da Silva  c 10 filhos 
                                             9n1 Vagner da Silva Lana
                                             9n2 Edson da Silva Lana
                                             9n3 Jaider da Silva Lana
                                             9n4 Ronaldo da Silva Lana
                                             9n5 Antonio Carlos da Silva Lana 
                                             9n6 Meire da Silva Lana
                                             9n7 Maisa do Rosário Silva Lana Pinto
                                             9n8 Marísia da Silva Lana
                                             9n9 Heliana da Silva Lana
                                             9n10 Eloísio da Silva Lana
                                       8n2-José Lana, c.c Zilda 
                                       8n3-Maria Firmina Lana, c.c José de Souza
                                       8n4-Firmina Maria Lana, c.c João Solano
                                       8n5-Agostinho Lana, c.c Maria Vidigal 
                                       8n6-Geraldo Lana, c.c Maria Lana
                                       8n7-Expedito Lana, c.c Efigênia Veloso e em 2ª núpcias c.cc Inez
                                       8n8-Vicente  Teixeira Lana, c.c Maria 
                                       8n9-Conceição Lana, c.c  José Trindade
                                       8n10-Izabel Lana, cc Alcebíades  Araujo
                                       8n11-Francisco de Assis Lana, c.c Ivanilde 
                                       8n12-Luzia Lana, casada com Sebastião Veloso
                                       8n13-Odília Lana, soltei
   Sn4 LINDOLFO AUGUSTO DE LANA cc Maria PINHEIRO 
     Tiveram  5 filhos
                               7n1 Antonio Pinheiro Lana
                               7n2 José Pinheiro Lana
                               7n3 Lindolfo Pinheiro Lana
                               7n4 Vera Pinheiro Lana                        
                               7n5 Maria Pinheiro Lana
                    
   Sn5 FRANCISCO AUGUSTO DE LANA cc Rita da Silva * nat de Sra de   Oliveira
Tiveram 6 filhos:
                                       7n1 Maria da Silva Lana
                              7n2 Francisca da Silva Lana s filhos professora em C. Lafaiete
                              7n3 Jair da Silva Lana cc Ilva  c 2 filhos 
                                     8n Eider e
                                     8n Marise
                              7n4  Derly da Silva Lana (Nozinho)
                              7n5 Augustinha da Silva Lana (Gute) s/ filhos
                              7n6 José da Silva Lana faleceu solteiro aos 13anos
                              7n7 Elvira da Silva Lana cc José Peixoto c 5 filhos|:    
                                     8n Maria Lana Peixoto
                                     8n Rita Lana Peixoto c Guilherme Lage c 5 filhos   Cássia Lage,...                             
                                     8n Décio Lana Peixoto 
                                     8n Geraldo Lana Peixoto
                                     8n Nadir Lana Peixoto
                               7n8 Alice da Silva Lana cc Atílio Grossi cc 6 filhos:
                                    8n1 Ondina Lana Grossi
                                    8n2 Gerson Lana Grossi 
                                    8n3 Zélia Lana Grossi
                                    8n4 José Lana Grossi
                                    8n5 Conceição Lana Grossi 
                                    8n6 Maria de Lourdes Lana Grossi   ]
                              7n9 prof. Agostinho Evaristo da Silva Lana cc Maria Júlia Grossi c 2 filhos:
                                     8n1 José  Grossi Lana 
                                     8n2 Maria Grossi Lana (Mariquinha) cc Qn125 Gomes (meu tio-avô) Cap. Dr.             Raymundo Nonato Gomes, (irmão de minha avó materna) * de Mariana c 1 filha: 
                                           9n1 Eunice Lana Gomes cc... c geração
 Sn6 LUIZ AUGUSTO DE LANA cc...
   Tiveram 1 filho:
                                     7n1 Geraldo Pio Lana cc Conceição Lima
                                                           8n1Cilene Maria Lana cc Carlos Augusto Gomes Fraga c 2 filhos:  
                                                                  9n1Carla Conceição Lana Fraga
                                                                  9n2 Luiz Augusto Lana Fraga 
                                                           8n2 Antônio Geimar Lana ...?

Sn7 CAMILO AUGUSTO DE LANA s/ geração, pois faleceu em pescarias em Várzea da Palmas ainda solteiro. 
 Sn8 AGOSTINHO AUGUSTO DE LANA  Solteiro s/geração.Faleceu em 1960 em Cons. Lafaiete

  Sn9 ANNA GERTRUDES ALVES DA NEIVA LANA
(bisavó do autor  deste blog)
Nascida na "Fazenda Santo Inácio" no distrito Catas Altas da Noruega- do Termo da "Vila de Queluz" em 1877, e sepultada na Quadra 4 do Cemitério Paroquial de N.Sra Conceição de Queluz de Minas (atual Cons.Lafaiete)em  01/04/1956)
Casada com JOÃO FORTUNATO DA SILVA natural de Santa Rita do Ouro Preto
                                                     foto cedida por Giovane Lana da Silva
Capitão da Guarda Nacional; Vereador por Catas Altas na Câmara da Cidade de Queluz; Vice- Presidente da Câmara no biênio 1908-1909 em substituição ao  Dr . Narciso de Queiroz.
Batizado em Santa Rita do Ouro Preto em 24/09/1869 e faleceu em Cons. Lafaiete em 07/02/1951 sepultado na mesma quadra 4 .
Irmão de:
      1- Maria Fortunato da Silva cc Sn2 LANA - João Augusto de Lana
      2- Antonio Bento Fortunato da Silva sem dados. Todos 3 filhos de:
 Carlota Joaquina dos Reis cc Joaquim Fortunato da Silva.
João Fortunato da Silva e Anna Gertrudes Alves da Neiva Lana foram proprietários da "Pensão Lafayette" da rua Afonso Pena, que deu origem ao Hotel Lafaiete do bairro Rosário.
Tiveram 16 filhos, sendo que somente 12 chegaram a idade adulta
                           Anna G.Alves da Neiva Lana cc capt.João Fortunato da Silva e 12  filhos
                                                   foto dos Arquivos de minha mãe

                   7n1- Levindo Lana da Silva  *1897 cc Marieta Barros e em segunda núpcias com Luiza Zebral                                  
                    Tiveram 1 filho
                           8n1 (Jésus)José Maria de Lana da Silva + 14/01/2014 cc Enancy c 3 filhos: Alexandre, Rosely....
                   7n2 - Laudelina da Neiva Lana *1897 cc Antonio Augusto DE CASTRO
                   Tiveram 10 filhos:
                               8n2 Maria José de Castro cc Ronich c g. Carlos Márcio, Antônio Carlos e Luiz Carlos.
                               8n3 Darcy Lana de Castro c g Marilda, Dagoberto...
                               8n4 Iza Lana de Castro cc Gandra c g
                                      9n1 Maria José de Castro Goulart,
                                      9n2 Rogério de Castro Goulart
                               8n5 Celso Lana de Castro c c .. c g
                               8n6 Ely Lana de Castro cc ... c g
                               8n7 Décio Lana de Castro cc c g
                               8n8 Célia Lana de Catro cc Paulo Laporte c g....
                               8n9 Nízio Lana de Castro cc .. c g
                               8n10  Hélio Lana de Castro cc.. c Maria Olívia c g
                               8n11 Marly Lana de Castro cc Osmar c g 
                               8n12 Ildeu Lana de Castro cc...c g em 1ª np. cc em 2ª np c Lourds Assis
                     7n3 - Ovídio Lana da Silva *1898 cc Emília GARCIA nat Espanha
                     Tiveram 2 filhos
                               8n 13 Isabelita Garcia Lana cc Osvaldo c gerações Antonio Carlos...
                                8n14 Leo Garcia Lana cc Lourds. c geração.
                     7n4 - Elvira Alves da Neiva Lana 1898  cc Artur LIMA
                     Tiveram 3 filhos
                               8n15 Aparecida Lana Lima cc .. cg: Roberto, Ana......
                               8n16 Elvimar Lana Lima cc. .. cg
                               8n17 Eralvito Lana Lima cc ... cg
                      7n5 - Benjamim Lana da Silva *1902 cc Zozola BAETA NEVES
                      Tiveram 7 filhos
                               8n18 Neide Baeta Lana
                               8n19 Neuza Baeta Lana
                               8n20 Nailde Baeta Lana
                               8n21 Nilza Baeta Lana
                               8n22 Naédio Baeta Lana
                               8n23 Naércio Baeta Lana
                               8n24 Nairton Baeta Lana
                      7n6 - João Fortunato da Silva Filho *1907 cc Efigênia FIGUEIREDO
                      Tiveram 3 filhos
                               8n25 Ivanilde Lana da Silva cc .. cg....
                               8n26 Glenio Lana da Silva cc... cg Márcia, Eliza..
                               8n27 Albanita Lana da Silva cc ..c g...
                      7n7 - Maria Alves da Neiva Lana *1908 cc  Paulo Honório DOS SANTOS
                      Tiveram 4 filhos 
                                8n28 Tereza Lana dos Santos cc Enio cg José....
                                8n29  Maria do Carmo Lana dos Santos
                                8n30  Paulo Lana dos Santos cc Gessy cg
                                8n31  Renato Lana dos Santos
                       7n8 - Waldemar Lana da Silva *1909 cc Clara BARRETO 
                       Tiveram 6 filhos
                                8n32 Adilson Lana da Silva cc Zininha Barreto cg Giovani,Vania,Clara....
                                8n33 Arlete Barreto Lana cc José Reis Rezende cg....
                                8n34  Maria Lucia Barreto Lana cc Cândido Rezende
                                8n35 Hélio Barreto Lana 
                                8n36 Carlos Barreto Lana cc Ricieli...
                                8n37 José Lana da Silva Sobr
                       7n9 - Alcides Lana da Silva *1910 cc Alaide BARROS
                       Tiveram 3 filhos
                                 8n38 Mauro Lana da Silva cc ... cg....
                                 8n39 Marcio Lana da Silva cc..  cg....
                                 8n40 Marisa Lana da Silva cc....cg....
                                      9n xx Lana cc c c gerações
                                        10n1
                                        10n2
                                        10n3 Larissa Lana * 11 novembro 2012
                   7n10 - Helena Alves da Neiva Lana * 1916+2005 cc José PEREIRA GONÇALVES nat Viseu             
                              Tiveram 6 filhos
                                 8n41 Afonso Lana Gonçalves cc .. cg
                                 8n42 Maria José Lana Gonçalves cc ...cg...
                                 8n43 Alberto Lana Gonçalves cc... cg...
                                 8n44 Maria Helena Lana Gonçalves cc...cg....
                                 8n45 Sérgio Lana Gonçalves cc... cg....
                                 8n46 Maria de Lourdes Lana Gonçalves cc...cg....
                   7n11- José Lana da Silva *1919 cc Augusta DE ASSIZ NEIVA
                    Tiveram com 4 filhos
                               8n47 Fernando Neiva Lana cc...c g...
                               8n48 Luciana Neiva Lana cc Obata cg Raquel, Flávia....
                               8n49 Dulcinéia Neiva Lana cc Seabra cg Rafael, Samira...
                               8n50 Maria das Graças Neiva Lana s geração

                                     festa na casa de José Lana da Silva marcada pela presença 
do estadista democrata Juscelino Kubischek de Oliveira

combatentes queluzianos da Segunda Grande Guerra
José Lana da Silva
                   7n12 - SILVINO LANA DA SILVA
                                  Silvino Lana-meu avô- foto dos arquivos de minha mãe


Nasceu na cidade "Queluz de Minas" em 1905 e faleceu na mesma cidade cujo nome atual é  Cons.Lafaiete em 1986, sepultado na quadra 10 do cemitério paroquial.
Ocupou o "Grau 33" da Maçonaria- centenária Loja "Grande Oriente Estrela de Queluz".
Casou-se na cidade Mariana-MG na Catedral de N. Sra Assunção em 1932 com (Qn128 Gomes) Estherlina Evelina GOMES, nascida em Mariana e batizada na Igreja do Carmo em 1905.


e falecida em Cons. Lafaiete em 1976, sepultada na quadra 10 do cemitério N. Sra Conceição.
                                                      Qn 128 Estherlina Evelina Goms 
                                                    foto dos Arquivos de minha mãe 
GOMES da cidade MARIANA-MG
Estherlina Evelina Gomes era filha de (Tn53 Gomes) António Eulino Gomes natural de Mariana-distrito de Claudio Manoel
e de sua mulher D. Rita Clementina dos Santos natural  do Pilar do Ouro Preto. 

FILHOS DE ANTÔNIO EULINO GOMES (Vô Tonico) 

fonte  http://www.arvore.net.br/trindade/TitGomes.htm
1-Qn118 Vicentina Vindelina Gomes cc  Antonio Raimundo Gomes no distrito de Claudio Manoel do Município de Mariana
2-Qn119 Moacir Gomes cc ? c filhos em (Alvinópolis)
3-Qn120 Álvaro Cícero Gomes cc ? c 6 filhos em ( Passagem de Mariana) 
4-Qn121 Octaviano Augusto Gomes cc ? c filhos (João Monlevade) 
5-Qn122 Adélia Adelaide Gomes cc ? c fihos (Ouro Preto) 
6-Qn123 Celina Célia Gomes cc ? c fihos (Ouro Preto e B.Hte) 
7-Qn124 Jair Gomes cc ? c 6 fiihos (Belo Horizonte) 
8-Qn125 Maria Márcia Gomes cc Jofre Sampaio Mol c 8 fihos(Mariana) 
9-Qn126 Eucária Eulino Gomes cc Francisco Norberto Gomes c 6 fihos (Mariana)
10-Qn127 Capitão Raimundo Nonato Gomes cc Maria Lana c filha Eunice (Rio de Janeiro e B.Hte)
11-(Qn128 Gomes) Estherlina Evelina Gomes -neta- paterna de:
 Bn26Gomes- Francisco Daniel Gomes e cc  D Antonia Angélica da Silva Pontes;
Bisneta paterna na linha masculina do capitão N7Gomes- Joaquim Maximiniano Gomes e Dona Mariana Angélica da Silva Pontes com quem casou em 06 de julho de 1818 na Ermida do P.João Felicíssimo Gomes na Fazenda do Engenho do TERMO da Vila Mariana.
Descendente de F1 Caetano Gomes Pereira nat. de FURQUIM cc D. Antônia Correa do Nascimento em 11 maio de 1733 na Matriz da Freguezia do Arraial do Inficcionado do TERMO   da Vila de Mariana. Faleceu na sua Fazenda do Rio Sem Peixe. 
Era filho de Francisco Gomes Pinheiro casou-se em Barra Longa c Antônia Pereira de Araujo nat. de St. Antônio do Rio das Velhas Acima do TERMO da Vila do Sabará. 
Francisco Pinheiro Gomes era um dos primeiros povoadores que veio para a CAPITANIA  das MINAS e foi um dos desbravadores da zona do Ribeiro do Carmo, Rio Doce, e Rio da Casca. 
Aparece cedo nos livros paroquiais como um dos primeiros habitantes de São Caetano e de Barra Longa. 
Além das grandes fazendas nestas freguesias, possuiu outras no Furquim, Inficcionado (Sta Rita Durão) e São Sebastião das Almas (Ponte Nova) 
Obteve sesmarias em Barra Longa em 20 de novembro de 1736.
Manuel Gonçalves e D. Beatriz Gomes, eram naturais de São Salvador de Manzedo do TERMO de Monção,do Arcebispado de Braga, onde se casaram e tiveram filho: 
Gregório Gomes Pinheiro cc D. Cecília Gonçalves de Sousa, natural de São João dos Longos Vales, do mesmo termo Monção e no mesmo Arcebispado de Braga.  
Deste casal nasceu FRANCISCO GOMES PINHEIRO pai de
 Capitão Caetano Gomes,  nat Furquim avô de
 N7 Capitão Joaquim Maximiniano Gomes,  nat Mariana bisavô de
 Bn26 Francisco Daniel Gomes trisavô de Joaquim Vicente Gomes, Carlos de Assis Gomes,Modesto Augusto Gomes,José Justiniano Gomes, José Evangelista Rodrigues Gomes, e 
Tn53 ANTÓNIO EULINO GOMES tetra-avô de Vicentina, Adélia, Maria, Celina,Eucária, Otaviano, Moacir, Raimundo,Jair, Álvaro e de
 Qn128 ESTHERLINA EVELINA GOMES, penta-avó de
 Eny Gomes Lana sexto- avô do autor desta genealogia "Lana de Queluz de Minas".

igreja de St Rita do Inficcionado -Sta Rita Durão

matriz do Bom Jesus do Furquim





                                       Antonio Eulino Gomes e sua descendência em Mariana- foto de 1910
                                                          Antonio Eulino Gomes e família- foto 1910
                                                           foto cedida em 2009 por Vínia Gomes residente em Mariana
                                            minha avó Estherlina canto esquerdo, em baixo
Ertherlina Evelina GOMES  cc Silvino LANA 
Tiveram 4 filhos:
               8n51 Hebe Gomes Lana da Silva cc Pelágio Faria nat de Dores do Indaiá
               Tiveram 2 filhos:
               Delenda Silva Faria cc .. c gerações
               Remo Silva Faria cc... c gerações
Aqui não podemos deixar de render homenagens à "nossa mãe do carinho" saudosa "Efigênia dos Santos" que zelou por todos nós, durante seus 100 anos de existência, tendo sido criada por minha bisavó Anna. Era filha de gerações de negros honrados que vieram d'África e derem suor e sangue, contribuiram com a cultura brasileira e formação  étnica,  dando exemplo de humildade, piedade e religiosidade,  dedicação, amor, respeito, trabalho, paciência e tolerância aos maus tratos dos Senhores brancos e de alguns Cléricos da Igreja Católica Apostólica Romana
               8n52 Ênio Gomes Lana da Silva *1936 +1984 cc Maria do Carmo ARAUJO natural de Cataguases
               Tiveram 2 filhos
                        9n Cristina Celeste de Araujo da Silva cc ... c geração
                        9n  Ênio Gomes Lana da Silva Júnior cc. c geração
               8n53 Emár Gomes Lana da Silva cc Pedro CHAVES nat de Queluz de Minas
              Tiveram 1 filha
.                       9n Rosemar Silva Chaves
             8n54  ENY GOMES LANA DA SILVA *1934 +2004 casada com José EMÍLIO PEIXOTO  natural de Queluz de Minas
                                                        José Emílio Peixoto foto de 1937
José Emílio Peixoto- filho de Carlos Emilio *1900 + 1944 
Carlos Emilio foi batizado na Matriz Conceição de QUELUZ , 
filho de Etelvina Maria de Jesus natural do Distrito "Curral d'El Rey" do Município de Sabará e de Albert Muller nat de Bordeaux-França

                                                             ALBERT MULLER



               Albert Muller * Bordeaux :França- foto de 1890
 Albet  Muller, nat. França, oriundo de Bordeaux-FR aportou-se no Brasil em 1890.                 Veio, (segundo o sardo Sr. Serafin Sanna) no mesmo navio da Europa para o Rio de Janeiro. 
Albert Muller casou-se com Etelvina MARIA DE JESUS nat. de Curral d'El Rey do Termo da Vila de Sabará.  pais de Carlos Emílio natural de Queluz de Minas


                                                   Carlos Emílio- foto de 1930

 Carlos Emílio casou--se na Matriz Conceição de Queluz com ÁUREA DA CRUZ MACHADO PEIXOTO *1905 natural de Queluz de Minas filha de:
 MOISÉS HENRIQUES PEIXOTO natural de Queluz - descende do primeiro HENRIQUES de Queluz-  José Henriques, * 1707, em Felgueiras, concelho do Porto-Portugal que veio para Arraial do Campo Alegre dos Carijós em 1745, onde estabeleceu-se como tropeiro do "Caminho Novo" entre Rio de Janeiro e Vila Rica. Possivelmente, formaram um núcleo de "Henriques" em Capela Nova das Dores e mais tarde nas terras dos Violeiros em Queluz de Minas. A igreja Capela das Dores teve sua construção  promovida pelo Capitão José Antônio Henriques, em 1790. Coube ao Padre Jacó Henriques Pereira a marcação do local da construção da capela nova de N. Srª das Dores.(essas informações ainda carecem de comprovações no livro HISTÓRIA DE CAPELA NOVA autoria do Padre José Vicente César. 
MOISÉS HENRIQUES PEIXOTO era casado com  LEONOR DA CRUZ MACHADO natural de Queluz de Minas- irmã de Horácio, Agostinho, Ilca e Eduardo Cruz Machado; {Sinhá (Elvira?) do Ventura ?} -dúvidas!! 
Áurea da Cruz Machado Peixoto era Neta pela linha paterna de:
 Maria Cândida de Jesus (filha ....de Sá Peixoto. Foi o queluziano Antonio (Tinoco) de Sá Peixoto  proprietário dos terrenos onde foi erigida a capela do Santo Antonio de Lisboa na Vila de Queluz, por volta de 1750) 
 Maria Cândida de Jesus (Vovó Candinha) também conhecida como Sá Peixota, nasceu em *06/01/1859 e + 06/06/1910 sepultada no jazigo de seu marido  José Luiz Barbosa com quem teve 2 filhos: 
1-Maria Barbosa cc João Ribeiro ?
2-José Luiz Barbosa  cc Guiomar Baeta Neves
Vovó Candinha ou Sá Peixota, (casou-se ?)  em segunda núpcias com José Camilo Lélis com o qual teve 9 filhos com sobre nome de seu pai ...(de Sá Peixoto)
1-Pedro Sá Peixoto cc
2-Sebastiana Sá Peixoto;
3-Leonina Sá Peixoto cc Pedro Diaz pais  de Glorinha, Luiza e....
4-Conceição Sá Peixoto cc Mateus Espada
5-Josefina Sá Peixoto cc Isaías Honório dos Santos pais de Paulo Honório dos Santos cc Maria Neiva Lana (minha tia avó)
6-Brígida Sá Peixoto;
8-Hilário Henriques Sá Peixoto cc Elizena Carvalho nat de Itaverava
9-Moisés Henriques (de Sá-?) Peixoto cc Leonor da Cruz Machado (meus bisavós linha paterna)
ÁUREA PEIXOTO Neta pela linha materna de:
 Antônio Sebastião DOS REIS cc Carolina DA CRUZ MACHADO, irmã de Lauricena Cruz Machado, filhas de:
Carlota Joaquina de MELLO cc Manoel da CRUZ MACHADO naturais de Ouro Branco, descendentes do Antônio Cândido da CRUZ MACHADO- Visconde do Serro- Deputado da Assembleia provincial de 1842 e  Presidente do Senado Imperial em 1888. 
9n 1- Aracoeli G. L. Peixoto *17/071961 +25/12/2010 sem geração;
9n 2- Antônio Carlos Gomes Lana Peixoto *1956- natural de Cons. Lafaiete
minha foto de 1986
                             Fui batizado na Igreja- Matriz da Paróquia N.Srª Conceição dos Carijós, (9n Lana -nononeto de Jean De Lanne), co-autor desta genealogia "Lana em Queluz de Minas"(atual município Conselheiro Lafayette-MG) cc Márcia Lima natural do Pitanguy c/ geração:
10n1- Lourenço de Lima Peixoto s/geração
10n2- Melina de Lima Peixoto casada com Pedro Aristides Fernandes de Castro c/ geração:
           11n1 Helena Peixoto de Castro * 18/09/2012

altar mor da Matriz Conceição de Queluz- foto de 08 dez 2011
                                            capela mor - Matriz Conceição de Queluz- foto março 2013
                                    capela-mor- Matriz Conceição de Queluz- foto março 2013                                     FOTOS cedidas, gentilmente pelo Sr Mauro Dutra de Faria

                
                           F5-QUITÉRIA DE JESUS LANA
                   5ª e última filha de Jean de Lanne, batizada em 13/03/1718 na igreja Matriz da Paróquia de N. Srª Conceição do Arraial do Antônio Dias na Vila Rica da Comarca do Ouro Preto da Capitania das Minas Gerais.
Casada em 06/05/1733 c Manuel Álvares da Cruz, filho de Jácome Gonçalves e de D. Sebastiana Rabelo, todos três naturais de Santa Marinha de Taião, Termo de Valença do Minho, Braga-Portugal c 4 filhos:
                     N12 Padre Luís Alvares Gondim-> Batizado em 17/10/1738 na capela do Brumado, freguesia do Furquim. Ordenou-se em Mariana em 24/9/1762. Exerceu o  cargo de capelão em Aparecida dos Córregos,  filial de N. Srª Conceição do Mato Dentro, Termo Vila do Príncipe, Comarca do Serro Frio.
                      N13) D. Sebastiana Francisca de Jesus Lana cc capitão Gregório Pinto da Mota e Castro c 1 Filha
             N14) D. Ana Francisca da Paixão->Batizada em Antonio Dias da Vila Rica, casada em 05/10/1760 no Furquim da Vila Mariana c capitão Bento Alves, nat. de Santa Maria Madalena do Negrões de Vila de Frades, filho de Caetano Alves e de D. Maria Francisca. 1 filho
                     N15) Pe. José Alves Gondim, ordenado em sede vacante de D. Frei Manuel da Cruz.
                                                                  ooo 0 O 0 ooo
      
          FONTES de PESQUISA e AGRADECIMENTOS


INFORMAÇÕES ORAIS de MEU SAUDOSOS AVÓS, agradecimento in memoriam
 Sn37LANA- Silvino Lana da Silva- meu avô materno
Qn128GOMES-Estherlina Evelina Gomes- minha avó materna 
SANTOS- bá Srta. Efigênia dos Santos, natural de Congonhas do Campo-MG
PEIXOTO- Áurea da Cruz Machado Peixoto- minha avó paterna.
AGRADECIMENTOS às Srªs e aos Srs 
LANA 7n12 -LANA- Silvino Lana da Silva-Queluz de Minas-MG                                                        GOMES Qn128Estherlina Evelina Gomes
GOMES Pn122- Srª Vínia Gomes - Mariana-MG
GOMES Qn120- Srª Maria do Carmo Mol Gomes- Mariana-MG
LANA 8n  - Srª Ione Neiva Lana - Catas Altas da Noruega-MG                      LANA 10n- Sr.Túlio de Castro Lana- Desc. de F4Lana-Jaguaraçu-MG
LANNA -Sr.José Silvio de Lanna Marques- Desc. F1Lana-Rio de Janeiro-RJ
LANA 9n - Srª Maria José Lana de Castro Goulart- Cons. Lafaiete-MG
LANA Pn1 - Zeni Barros Lana- Belo Horizonte-MG
NEIVA -Sr. Giovane Luiz Lobo Neiva - PrefeitoCatas Altas da Noruega-MG 
LANA 9n - Sr.   Giovani Lana da Silva - Cons. Lafaiete-MG
LANA 8n  - Sr. Rogério Lana Brandão - Belo Horizonte-MG
LANA Ze9n-Srª Maisa do Rosário Silva Lana Pinto- Cons.Lafaiete-MG  
GONÇALVES -Sr. José Pereira Gonçalves - Cons. Lafaiete-MG
CRUZ MACHADO Sr.Enir da Cruz Machado-  Cons. Lafaiete-MG                     
 CRAIGIE -Srª Maria João Craigie - Lisboa- PORTUGAL
 GUIMARÃES-Srª Eneida Carvalho Guimarães - Belo Horizonte-MG
CARVALHO- Fernando de Carvalho- Itaverava-MG
BRANDÃO Jacinto Lins Brandão-Prof. UFMG -Belo Horizonte-MG
NORONHA- Srª Prof. Avelina Noronha-Cons. Lafaiete-MG
FARIA- Sr. Mauro Dutra Faria- Cons. Lafaiete-MG

FONTES DE PESQUISAS
Arquivos da Cúria da Sé de Mariana -
Livros de batistérios da Igreja-Matriz N.Sª Conceição de Queluz de Minas- Cons. Lafaiete-MG
Arquivos do Cemitério paroquial de N. Sra Conceição de Queluz de Minas
Arquivo Público de Antônio Perdigão em Cons. Lafaiete 
  LANA, Antonio Emídio,"Itaverava, Núcleo de bandeirantes" 
  GUIMARÃES, Romeu de Albuquerque, "Apontamentos para História da cidade de Conselheiro Lafaiete"
http://estudossobrequeluzdeminas.blogspot.com/
 GUIMARÃES. Fúlvio Almeida, "Romeu Guimarães de Albuquerque e Queluz de Minas" 
 ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO Revista do Arquivo Publico Mineiro "Corografia de 1831 da Província das Minas Gerais"
 Memorial do Poder Legislativo do Município de Conselheiro Lafaiete - MG, Conselheiro Lafaiete 2009, p. 9.
  TRINDADE, Raimundo Octávio, Velhos Troncos Mineiros, São Paulo 1955, v.1, pp. 30 a 36; v. 3, pp. 88 e 89 & Genealogias da. Zona do Carmo, Ponte Nova 1943.
http://www.arvore.net.br/trindade/TitGomes.htm
   Diário Official, Rio de Janeiro 24.9.1915, nº 227, pp. 10115 e 10116.
   Arquivo Distrital de Viana do Castelo - Todos os registos paroquiais de nascimento, casamento e óbito deste distrito.
 CRAIGIE, Maria-João de Nogueira Ferrão Vieira, A Família Ribeiro Nogueira Ferrão de Vilhegas da Cidade de Viseu, Lisboa 2002, v. 2, p. 102 et seq.  CRAIGIE 2002
.
http://www.adlisboa.org/
http://www.guardamor.com/livro.php?id=1635
  TT - Registo Geral de Mercês: D. João V - Lv 32\Fls 70.
  ARAÚJO, Jeaneth Xavier de, Artífices na Vila Rica Setecentista: Possibilidades de Pesquisa in   Actas do I Encontro de História da Arte - Revisão Historiográfica: O Estado da Questão - 2005, Campinas 2005, pp. 71 a 73.
  BOSCHI, Caio César & FURTADO, Júnia Ferreira, Inventário dos Manuscritos Avulsos Relativos a Minas Gerais Existentes no Arquivo Histórico Ultramarino (Lisboa), Belo Horizonte 1998, p. 25.
   CUNHA, Narciso Cândido Alves da, Paredes de Coura: No Alto Minho, Paredes de Coura 1979, p. 373.
  TRINDADE, Raimundo Octávio, Velhos Troncos Mineiros, São Paulo 1955, v. 3, pp. 88 e 89 & Genealogias da. Zona do Carmo, Ponte Nova 1943, pp. 125 a 142 & Ourives de Minas Gerais nos Séculos XVII e XVIII in Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro 1955, nº 12-13, pp. 109, 133, 134 e 194.
Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, RJ, 1939, nº 171, p. 53.
Revista do Instituto Histórico e Geográfico Guarujá-Bertioga, SP 1973, nº 8, p. 71.
Outras grafias do apelido De LANNES: Lannes, Lanna ou Lana
   BARROS, Dário de Campos, Biografia de Joaquim de Lannes.
 MONTEIRO, Eugenia del Carmen Quilodrán Briones, Experiências Instituintes no Sistema Público de Ensino: O Caso de Natividade, Niterói 2005, pp. 66 a 92.
Belo Horizonte, 19/09/2011 
Autor desta genealogia e deste blog: Antonio Gomes Lana Peixoto. 
CONTATO anton.peixoto@gmail.com
Este Blog ainda está em construção, aguardando mais informações de descendentes de Ricardo Augusto de LANA HORTA cc Virgínia ALVES DA NEIVA, meus tri-avós, geradores dos LANA do antigo Município da cidade  QUELUZ de MINAS- atual Município de Conselheiro Lafaiete-MG.(ex Imperial Vila de Queluz- Vila de Queluz- Arraial dos Carijós)
Início da construção desta genealogia em maio de 1980 
Blog atualizado em 27 fev de 2014.
pesquise em http://origem.biz/